Beef Worldhttp://beefworld.com.br/Beef WorldBeef World28Fri, 03 Feb 2012 15:46:34 -0200Grupo define critérios para destinar milho para alimentação animal no RShttp://beefworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rs-2http://beefworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rs-228Fri, 03 Feb 2012 14:22:48 -0200Lucro da Tyson Foods cai 48% no primeiro trimestre fiscal<p><em>Receita da processadora norte-americana, no entanto, subiu quase 10%</em></p> <p>A processadora norte-americana Tyson Foods anunciou nesta sexta, dia 3, que seu lucro caiu 48% no primeiro trimestre fiscal, para US$ 156 milhões (US$ 0,42/ação), ante US$ 298 milhões (US$ 0,78/ação) no mesmo intervalo do ano anterior, devido à queda no volume de vendas de carne bovina e frangos. A receita, no entanto, subiu 9,4% no período, para US$ 8,33 bilhões, motivada pela alta dos preços dos produtos.</p> <p>Analistas consultados pela Thompson Reuters previam lucro de US$ 0,33/ação sobre faturamento de US$ 8,3 bilhões. No trimestre acabado em 31 de dezembro de 2011, a margem bruta recuou de 9,8% para 5,9%, enquanto a operacional passou de 6,5% para 3,3%. As vendas da Tyson aumentaram nos últimos trimestres, conforme a crescente demanda de exportação de carnes suína e bovina permitiu à empresa repassar preços maiores aos consumidores, o que ajudou a minimizar a alta dos custos dos grãos.</p> <p>O setor de frangos registrou um prejuízo operacional no quarto trimestre devido ao encarecimento dos grãos e à oferta abundante. Mas a companhia revelou que a divisão voltou a ser lucrativa em outubro e está aperfeiçoando as operações, à medida que a fraqueza da economia reduz o apetite do consumidor.</p> <p>No primeiro trimestre fiscal, a unidade de frangos lucrou 82% menos devido à queda de 5,3% nos volumes vendidos, mas a receita subiu 5,5% por causa de um salto de 11% nos preços.</p> <p>No segmento de carne bovina, o lucro caiu 73% no período, levando-se em conta um recuo de 8,5% nos volumes comercializados. Já o faturamento cresceu 8,9% diante de preços 19% maiores. A Tyson prevê condições de mercado desafiadoras pressionarão o resultado no segundo trimestre.</p> <p>As operações de carne suína apresentaram um lucro 6,8% menor no primeiro trimestre fiscal, ainda que os volumes de venda tenham sido 2,6% maiores e os preços tenham subido 16%.</p> Fonte: Canal Rural/Agência Estadohttp://beefworld.com.br/noticias/post/lucro-da-tyson-foods-cai-48-no-primeiro-trimestre-fiscalhttp://beefworld.com.br/noticias/post/lucro-da-tyson-foods-cai-48-no-primeiro-trimestre-fiscal28Fri, 03 Feb 2012 14:22:03 -0200Mercado do boi gordo segue estável em São Paulo<p>O mercado do boi gordo permanece estável em São Paulo. Segundo levantamento da Scot Consultoria, os negócios ocorrem ao redor de R$ 98,50 por arroba, à vista, livre de imposto. A pressão de baixa diminuiu devido à retenção do pecuarista, que está refugando as ofertas de compra com valores deprimidos.</p> <p>As escalas atendem cerca de três dias no Estado. Ainda assim, a oferta tem permitido que frigoríficos que compram animais das praças vizinhas testem valores mais baixos. Mato Grosso do Sul, Bahia, Tocantins e Goiás são regiões onde a pressão de baixa é mais expressiva.</p> <p>A oferta de fêmeas têm sido maior, o que colabora com o preenchimento das escalas e mantém o mercado do boi gordo com ofertas menores. Atualmente, as pastagens em boas condições permitem que o pecuarista mantenha os animais no pasto, agregando valor através do ganho de peso.</p> <p>No mercado atacadista de carne sem osso, os preços recuaram nos últimos dias, mesmo com o varejo aumentando as cotações para o início de mês. No atacado com osso, que responde mais rapidamente aos movimentos de mercado, os preços do dianteiro reagiram.</p> Fonte: Scot Consultoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/mercado-do-boi-gordo-segue-estavel-em-sao-paulohttp://beefworld.com.br/noticias/post/mercado-do-boi-gordo-segue-estavel-em-sao-paulo28Fri, 03 Feb 2012 14:15:02 -0200Governo argentino garante que novo regime de importação não prejudicará indústria brasileira<p><em>Assunto foi um dos temas de uma reunião de duas horas do presidente da Fiesp com a equipe econômica do país vizinho</em></p> <p>O governo argentino garantiu nesta quinta, dia 2 que o novo regime de importação, em vigor desde a quarta-feira, 1º, não prejudicará a indústria brasileira. A saída para manter o comércio bilateral, em um ano de crise internacional e crescimento econômico menor na região, seria aumentar, tanto as compras brasileiras de produtos argentinos, como as importações argentinas de bens e serviços brasileiros.</p> <p>O assunto foi um dos temas de uma reunião de duas horas, nesta quinta, do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, com a equipe econômica argentina. Participaram do encontro os ministros da Economia, Hernando Lorenzino, e da Indústria e Comércio, Debora Giorgi, além dos secretários de Comércio Exterior, Beatriz Paglieri, e do Comércio Interior, Guillermo Moreno.</p> <p>– Foi uma reunião muito positiva. Tive a afirmação, por parte do governo argentino, de que não haverá prejuízos [para a indústria brasileira], mas que haverá soluções – disse Skaf ao sair do encontro reunião.</p> <p>Segundo ele, o aumento das importações de insumos argentinos para a indústria naval do Brasil também foi discutido. No encontro, não se falou sobre os produtos que haviam sido importados antes da entrada em vigor das novas normas e que estão parados nos portos e nas alfândegas - entre eles, tomates em conserva, milho e eletrodomésticos da linha branca.</p> <p>Pelas novas normas, os importadores argentinos têm que pedir autorização prévia, antes de comprar no Exterior, tanto a Afip (Receita Federal local) como a Guillermo Moreno, autoridade que tem a palavra final. O governo tem até treze dias úteis para responder a cada pedido.</p> <p>A medida foi implementada às pressas porque a Argentina tem um problema de caixa e precisa manter um superávit na balança comercial de pelo menos US$ 10 bilhões. Com a crise internacional, fica mais difícil exportar e todos querem colocar seus produtos no mercado. Daí a necessidade do governo argentino de contar com um sistema ágil para controlar as importações.</p> <p>– Este ano a Argentina terá que importar US$ 7 bilhões de energia elétrica - mais que o triplo do que importou em 2011. É o superávit comercial uma das principais fontes de recursos da Argentina, que não tem acesso a créditos externos, desde que decretou a moratória da dívida em 2001. O governo também precisa de dinheiro para financiar as empresas estatais, os planos sociais e os aumentos salariais do setor público. E como a economia este ano só deve crescer 3,5%, ou seja um terço do que cresceu em 2011, a arrecadação de impostos também será menor – disse à Agência Brasil o economista Marcelo Elisondo, diretor da consultora DNI.</p> <p>Antes da reunião com a equipe econômica argentina, Skaf também se reuniu com representantes das principais empresas brasileiras na Argentina, para ouvir as dificuldades que cada setor tem enfrentado.</p> <p>– A maior preocupação dos empresários é que ninguém sabe ao certo como funcionarão as medidas. Ou seja, tem um clima de incerteza. Várias empresas que estão importando bens de capital, para produzir aqui, estão com dificuldades. Mas é preciso aguardar alguns dias para ver como funcionarão as novas medidas – disse o presidente da Câmara de Comércio Argentino Brasileira, Jorge Rodriguez Aparício.</p> Fonte: Canal Ruralhttp://beefworld.com.br/noticias/post/governo-argentino-garante-que-novo-regime-de-importacao-nao-prejudicara-industria-brasileirahttp://beefworld.com.br/noticias/post/governo-argentino-garante-que-novo-regime-de-importacao-nao-prejudicara-industria-brasileira28Fri, 03 Feb 2012 10:09:08 -0200Exportações brasileiras crescem 1,3% em janeiro<p>Brasília (1° de fevereiro) – Em janeiro de 2012, a média diária das exportações brasileiras foi a maior para o mês (US$ 733,7 milhões), superando o valor registrado em janeiro do ano passado (US$ 724,5 milhões), e com crescimento de 1,3%. As vendas mensais brasileiras somaram US$ 16,142 bilhões.</p> <p>Já as importações totalizaram US$ 17,433 bilhões, no período, com média de US$ 792,4 milhões e crescimento de 12,3% sobre o resultado verificado em janeiro do ano passado (US$ 705,5 milhões). A média das importações também é recorde para os meses de janeiro na série histórica.</p> <p>Com esses resultados, a corrente de comércio foi de US$ 33,6 bilhões, recorde para os meses de janeiro (o maior resultado anterior é de janeiro de 2011, de US$ 30 bilhões). Já o saldo comercial foi negativo em US$ 1,291 bilhão, número que também é o maior para meses de janeiro na série histórica.</p> <p>Em entrevista coletiva realizada na tarde de hoje para avaliar os resultados, a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, analisou que “o ano de 2012 será um ano difícil para o comércio exterior brasileiro”. Ela explicou que a crise econômica internacional já permite verificar retração de vendas brasileiras em determinados mercados, em especial para a União Europeia, que tiveram queda de 25,2% na comparação com janeiro do ano passado.</p> <p>A secretária ainda informou que o MDIC não iria anunciar a sua meta para as exportações brasileiras “em função, exatamente, das incertezas do cenário internacional que persistem e afetam a balança comercial brasileira”. Ela, contudo, reafirmou que a meta do MDIC será divulgada ainda no primeiro trimestre deste ano.</p> <p>Tatiana também disse que a expectativa do MDIC é de que a balança comercial brasileira termine 2012 com saldo positivo e com aumento de exportações em relação a 2011. “Tanto em 2009 quanto em 2010, a balança comercial registrou déficits para meses de janeiro e os anos fecharam com superávits”, acrescentou.</p> <p>Produtos e Mercados</p> <p>No mês, as exportações de produtos básicos e semimanufaturados registraram valores recordes para os meses de janeiro alcançando a cifra de US$ 6,954 bilhões e de US$ 2,503 bilhões, respectivamente. Já os produtos manufaturados somaram US$ 6,214 bilhões. Sobre o ano anterior, cresceram as exportações de manufaturados (0,1%), e semimanufaturados (2,5%); já os básicos retrocederam 0,7%.</p> <p>Os cinco principais compradores do mercado brasileiro, em janeiro, foram: Estados Unidos (US$ 2,381 bilhões), China (US$ 1,810 bilhão), Argentina (US$ 1,432 bilhões), Países Baixos (US$ 738 milhões) e Japão (US$ 497 milhões).</p> <p>Já as importações cresceram nas quatro categorias de uso: combustíveis e lubrificantes (54,7%), bens de consumo (15,7%), matérias-primas e intermediários (+5,0%) e bens de capital (4,8%).</p> <p>Em relação aos mercados que mais venderam para o Brasil, os principais foram: China (US$ 2,936 bilhões), Estados Unidos (US$ 2,534 bilhões), Argentina (US$ 1,287 bilhão), Alemanha (US$ 1,087 bilhão) e Japão (US$ 610 milhões).</p> <p>Clique <a href="http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=567">aqui</a> para acessar as informações da balança comercial de janeiro</p> Fonte: MDIChttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacoes-brasileiras-crescem-13-em-janeirohttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacoes-brasileiras-crescem-13-em-janeiro28Fri, 03 Feb 2012 09:46:47 -0200Rastreabilidade animal ganha curso superior em São Paulo<p>Pecuária - São Paulo - Uma parceria entre o Núcleo de Pesquisa em Ambiência da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), em Piracicaba, e a Faculdade Cantareira, criou o curso de pós-graduação em Rastreabilidade e Certificação de Produtos de Origem Animal. A especialização, única no País dessa área do conhecimento, está com as inscrições abertas. O estudo visa a preparar os profissionais para atividades de planejamento, implementação, organização e gerência de programas de rastreabilidade da produção animal, em áreas como a bovinocultura, suinocultura e avicultura. Todos os programas são desenvolvidos co profissionais de diversos setores da agropecuária nacional.</p> Fonte: DCIhttp://beefworld.com.br/noticias/post/rastreabilidade-animal-ganha-curso-superior-em-sao-paulohttp://beefworld.com.br/noticias/post/rastreabilidade-animal-ganha-curso-superior-em-sao-paulo28Fri, 03 Feb 2012 09:26:01 -0200Grãos: seca faz USDA reduzir Estimativas 2011/12 para o México<p>Estimativas para a produção de milho, sorgo e trigo 2011/12 foram reduzidas por autoridades do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, por sua sigla em inglês), em virtude de novas informações do governo mexicano e da indústria sobre os efeitos do clima seco nas lavouras, afirmou o USDA nesta terça-feira.</p> <p>A projeção para a safra de milho do México 2011/12 foi revisada para baixo de 20,5 milhões de toneladas para 18,4 milhões de toneladas, segundo o USDA, citando área plantada menor do que o esperado em condições de clima adverso.</p> <p>"Fontes oficiais disseram que as condições de seca durante fases críticas da safra de milho resultaram em perdas de produtividade piores no ciclo 2011 primavera/verão do que se estimava antes", afirmou o USDA.</p> <p>O total de importações no ciclo 2011/12 foi revisado para 10,5 milhões de toneladas, ante previsão anterior de 9,8 milhões de toneladas, conforme o USDA, que citou expectativa de produção doméstica menor.</p> <p>A estimativa de produção de trigo do México para o ano-safra 2011/12 foi revisada para 3,70 milhões de toneladas, ante 3,77 milhões de toneladas esperadas antes. As informações são da Dow Jones.</p> Fonte: Globo Rural/Agência Estadohttp://beefworld.com.br/noticias/post/graos-seca-faz-usda-reduzir-estimativas-201112-para-o-mexicohttp://beefworld.com.br/noticias/post/graos-seca-faz-usda-reduzir-estimativas-201112-para-o-mexico28Fri, 03 Feb 2012 09:24:28 -0200No RS, agricultores afetados pela seca recebem sementes de milho<p><em>Medida vai beneficiar mais de nove mil produtores do estado.</em></p> <p>Os agricultores gaúchos que foram afetados pela estiagem estão recebendo novas sementes de milho. A maior parte dos grãos será destinada à produção de silagem usada na alimentação do gado.</p> <p>Metade dos nove hectares plantados com milho foi perdida na propriedade do agricultor João Dias Artigas, em Getúlio Vargas, no norte do Rio Grande do Sul. O produtor, que decidiu aproveitar a distribuição de sementes para fazer novo plantio, quer usar o grão para fazer silagem e reduzir os custos com o gado.</p> <p>De acordo com o último levantamento feito pela Emater, houve queda de 46% na produção de milho no estado relação à safra de verão passada. Quem perdeu a lavoura não precisará pagar pelas sementes retiradas através do programa troca-troca do governo do estado. Já o agricultor que pegar a semente agora pagará quando a safra for colhida. Apesar da Secretaria Estadual de Agricultura disponibilizar mais 40 mil sacas de semente de milho, nem todos os agricultores poderão aproveitar.</p> <p>“Dentro do estado o relevo não é o mesmo. Então, nas regiões mais altas, de clima mais frio, se a pessoa plantar a safrinha, de repente, pode gear cedo e ocorrer perda da safrinha. Mas em grande parte de regiões do Rio Grande do Sul, com clima mais quente, pode e deve ser plantado”, diz Aglademir Martinello, técnico agropecuário da Emater.</p> <p>A saca, que sai por R$ 88,00, custa cerca de 30% do valor que é cobrado no mercado. A medida irá beneficiar mais de nove mil agricultores de todo o Rio Grande do Sul. O produtor, que deve estar inscrito no Pronaf, pode retirar até duas sacas de 20 quilos.</p> <p>“Todo agricultor pode buscar junto à prefeitura e ao sindicato que tem convênio com o governo do estado para pegar esse milho. Cada agricultor pode retirar até duas bolsinhas de milho para fazer o plantio emergencial”, explica Eloir Griseli, coordenador da Secretaria do Desenvolvimento Rural.</p> <p>O campo já estava preparado para receber a semente na propriedade da família Klinkoski, aonde o milho mal chegou e já foi semeado. “A gente está investindo de novo para ver se chove e tentar recuperar um pouco a perda da silagem”, diz a agricultora Adriana Klinkoski.</p> Fonte: Globo Ruralhttp://beefworld.com.br/noticias/post/no-rs-agricultores-afetados-pela-seca-recebem-sementes-de-milhohttp://beefworld.com.br/noticias/post/no-rs-agricultores-afetados-pela-seca-recebem-sementes-de-milho28Fri, 03 Feb 2012 09:19:09 -0200Brasil retoma controle de fazendas autorizadas a exportar para UE<p>O Brasil voltou a gerenciar a lista de fazendas autorizadas a exportar carne bovina para a União Europeia. Durante quatro anos o controle foi feito pelos europeus, que decidiam quem poderia fazer parte do grupo.</p> <p>A lista de propriedades, chamada de ‘lista traces’, foi criada há quatro anos, depois do embargo europeu à carne bovina brasileira. Na ocasião, o bloco econômico identificou problemas na rastreabilidade da carne e passou a exigir vistorias nas fazendas e controle de quem poderia ou não vender para os países europeus. Foram meses de negociação.</p> <p>A lista de quem pode exportar carne tem 1.948 propriedades de oito estados: Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo.</p> <p>Para o Ministério da Agricultura, a autonomia terá reflexos imediatos para os produtores. “Os produtores vão ganhar bastante porque há economia de no mínimo 40 a 60 dias. As regras continuam as mesmas em relação às exigências aos fazendeiros que queiram fornecer animais para abate com destino à União Europeia. O assunto já está pacificado, agora, vamos avançar em outros temas com a União Europeia. Em abril ou maio devemos ter notícias boas”, disse Ênio Marques, secretário de Defesa Agropecuária.</p> <p>Confira a <a href="http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Aniamal/SISBOV/Lista_APTAS.pdf">lista</a> com a relação das fazendas autorizadas a exportar carne bovina para a União Europeia.</p> Fonte: Globo Ruralhttp://beefworld.com.br/noticias/post/brasil-retoma-controle-de-fazendas-autorizadas-a-exportar-para-uehttp://beefworld.com.br/noticias/post/brasil-retoma-controle-de-fazendas-autorizadas-a-exportar-para-ue28Fri, 03 Feb 2012 09:09:24 -0200Setor produtivo e governo do MT entram em consenso<p>O governo do Estado de Mato Grosso e o setor produtivo chegaram a um acordo e selaram nessa quarta (01-02) as diretrizes para o pacote fiscal sobre o setor agropecuário. Após duas semanas de intensas negociações entre as áreas técnica e política do governo e das entidades representativas dos segmentos agropecuário e industrial houve a compreensão da necessidade de mudanças e ambas as partes chegaram a um entendimento.</p> <p>Entre as decisões acertadas durante a reunião com o governador Silval Barbosa estão: a revogação da taxa do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre os fertilizantes, um dos principais insumos agrícolas; fixação do valor da UPF (Unidade Padrão Fiscal) em R$ 46,00 e não em R$ 92,00, como previa o decreto anterior; isenção da cobrança de ICMS sobre o frete intermunicipal para o transporte de insumos destinados à produção (diesel, calcário, gesso, fertilizantes, agroquímicos, etc) e o retorno do benefício concedido à energia elétrica rural, com o escalonamento de isenção por faixa de consumo individual.</p> <p>O grupo de trabalho vai voltar a se reunir para alinhar os detalhes com relação às alterações que ainda serão realizadas sobre alguns decretos.</p> Fonte: Aprosojahttp://beefworld.com.br/noticias/post/setor-produtivo-e-governo-do-mt-entram-em-consensohttp://beefworld.com.br/noticias/post/setor-produtivo-e-governo-do-mt-entram-em-consenso28Fri, 03 Feb 2012 09:07:49 -0200Ministério divulga fazendas aptas a exportar para a UE<p><em>Retomada da publicação da relação era uma reivindicação antiga do setor público e privado do Brasil</em></p> <p>O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) voltou a publicar a lista de fazendas autorizadas a fornecer bovinos para abate e venda da carne in natura para a União Europeia (UE). Com a decisão, o Brasil retoma o gerenciamento da relação – conhecida como “lista trace” –, que desde 2007 era feito exclusivamente pelas autoridades europeias.</p> <p>Segundo o diretor de Programas do Mapa, Ênio Marques, a medida demonstra o reconhecimento dos avanços no sistema brasileiro de rastreabilidade e a retomada da confiança da UE em relação ao cumprimento das exigências de saúde animal por parte do Brasil. A intenção do Brasil é reduzir a burocracia no processo.</p> <p>A solicitação de retirada da exigência de que a lista de fazendas habilitadas fosse publicada no diário oficial europeu (Diretiva 61) era uma reivindicação permanente do Brasil nos últimos anos. O impasse foi tema de inúmeras reuniões com a Direção-Geral de Saúde e Consumidores da Comissão Europeia (DGSanco, sigla em inglês), em Bruxelas.</p> <p>Além da gestão da lista de fazendas habilitadas a exportar, as autoridades brasileiras ficarão responsáveis pela publicação da relação – que será atualizada a cada 15 dias – no site do Ministério da Agricultura. Os relatórios de auditoria não precisarão mais ser transmitidos para a Comissão Europeia.</p> <p>Atualmente, 1.948 fazendas estão credenciadas a vender carne para o bloco. Somente as propriedades que cumprem as exigências da Instrução Normativa nº 17, que regulamenta o sistema brasileiro de rastreamento (Sisbov), podem ingressar no cadastro.</p> <p>A lista de fazendas com permissão para exportar está disponível <a href="http://www.agricultura.gov.br/arq_editor/file/Aniamal/SISBOV/Lista_APTAS.pdf">aqui</a></p> Fonte: Mapahttp://beefworld.com.br/noticias/post/ministerio-divulga-fazendas-aptas-a-exportar-para-a-uehttp://beefworld.com.br/noticias/post/ministerio-divulga-fazendas-aptas-a-exportar-para-a-ue28Fri, 03 Feb 2012 09:01:09 -0200Paraná registra 40 casos de raiva bovina<p>O Paraná registrou até a tarde desta quinta-feira (2) 40 casos de raiva bovina, distribuídos principalmente na região Norte do Estado. A incidência da doença – transmitida por mordidas de morcegos hematófagos contaminados – é monitorada por técnicos da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, que alertam os produtores sobre a importância de vacinar os animais e notificar os casos da doença.</p> <p>Foram registradas nove ocorrências em Florestópolis, três em Mirasselva, três em Primeiro de Maio, duas em Sertanópolis e duas em Borrazópolis, além de casos isolados em outras localidades da região. No Litoral, foram notificados três casos em Paranaguá e outros três em Morretes. Dos números comunicados à secretaria, 32 casos foram em bovinos, quatro em cavalos, um em mula e três em morcegos não hematófagos.</p> <p>A médica veterinária Elzira Jorge Pierre, responsável pela área de raiva do Departamento de Fiscalização e Defesa Agropecuária (Defis) da secretaria, faz um alerta para os produtores de municípios próximos dos focos da doença. “É importante que os produtores vacinem seus animais, para evitar a disseminação da raiva. Com a adoção de medidas preventivas, podemos combater e acompanhar esses focos”, afirma.</p> <p>Para que o Defis monitore os casos e adote as medidas profiláticas que a situação exige, é necessário que as ocorrências sejam registradas nos Núcleos Regionais da Secretaria de Agricultura (são 21 em todo o Estado) ou nas Unidades Locais de Sanidade Animal e Vegetal (ULSAV).</p> <p>“É muito importante que os produtores notifiquem a presença de morcegos em suas propriedades ou de animais com sintomas da doença para que possamos acompanhar a evolução dos casos”, explicou a médica veterinária. Segundo ela, o diagnóstico só é possível após a morte do animal, quando é feita a coleta de material do cérebro para a realização de exames.</p> <p>Os donos de animais também devem comunicar existência de abrigos de morcegos hematófagos (bueiros, casas abandonadas, ocos de árvores e caverna, entre outros locais). “O Defis dispõe de equipes treinadas para esse trabalho. Como recomenda o Ministério da Agricultura, os técnicos são imunizados contra a raiva antes de executar o trabalho de captura e monitoramento dos morcegos”, diz Elzira.</p> <p>VACINAÇÃO – Paralelamente, o produtor deve vacinar seu rebanho contra a raiva bovina. A doença não tem cura e, uma vez contaminado, o animal morre. A raiva pode ser transmitida de animais para humanos, levando-os à morte.</p> <p>Nos animais de criação, a vacinação é feita a partir dos três meses de idade, com reforço após 30 dias e, depois, uma vez por ano. Proprietários das áreas próximas de casos notificados de raiva bovina devem vacinar seus rebanhos e também animais domésticos. “Embora a vacina não seja obrigatória no Estado todo, ela é recomendada nas regiões endêmicas. É uma vacina de custo baixo e bastante eficaz”, esclarece Elzira Pierre.</p> <p>No caso das pessoas que tiveram contato com animal positivo para a raiva, é feita a notificação à secretaria, que avaliará a necessidade ou não de vacinação pós-exposição.</p> <p>Os primeiros sintomas apresentados pelos bovinos infectados são perda de apetite, salivação, inquietação e mudança de hábitos, isolando-se dos demais animais do rebanho. O vírus acaba paralisando os membros posteriores dos animais, o que causa dificuldade de locomoção.</p> Fonte: Agência Estadual de Notícias – Paranáhttp://beefworld.com.br/noticias/post/parana-registra-40-casos-de-raiva-bovinahttp://beefworld.com.br/noticias/post/parana-registra-40-casos-de-raiva-bovina28Fri, 03 Feb 2012 08:56:49 -0200China continuará expandindo subsídios para a agricultura<p>O governo central da China informou que prosseguirá com a expansão dos subsídios e investimentos no setor agrícola, como parte dos esforços para garantir a oferta de alimentos no longo prazo.</p> <p>O país elevará fortemente os investimentos em tecnologia agrícola – o caminho mais promissor para agricultura chinesa resolver as limitações ambientais e de recursos –, acrescentou Pequim em comunicado.</p> Fonte: Canal Ruralhttp://beefworld.com.br/noticias/post/china-continuara-expandindo-subsidios-para-a-agriculturahttp://beefworld.com.br/noticias/post/china-continuara-expandindo-subsidios-para-a-agricultura28Fri, 03 Feb 2012 08:55:40 -0200Goldman Sachs eleva estimativas de preço para milho, trigo e soja<p>O banco norte-americano Goldman Sachs elevou suas estimativas de preço para os grãos, na medida em que o cenário para oferta ficar mais restrito no curto prazo. As previsões de três e seis meses para o milho passaram de US$ 6,30 para US$ 6,90.</p> <p>Segundo o banco, isso também vai puxar os preços do trigo, de modo que as estimativas de três e seis meses aumentaram de US$ 6,20 para US$ 6,80. Os prognósticos de 12 meses para o milho e o trigo mantiveram-se em US$ 5,25 e US$ 5,75, respectivamente.</p> <p>A previsão para a soja no médio prazo permanece, já que uma área plantada decepcionante nos Estados Unidos e um aumento nas exportações fazem a oferta diminuir. O Goldman Sachs elevou sua previsão de preço para três, seis e 12 meses de US$ 12,15 para US$ 12,90.</p> Fonte: Canal Rural/Agência Estadohttp://beefworld.com.br/noticias/post/goldman-sachs-eleva-estimativas-de-preco-para-milho-trigo-e-sojahttp://beefworld.com.br/noticias/post/goldman-sachs-eleva-estimativas-de-preco-para-milho-trigo-e-soja28Fri, 03 Feb 2012 08:52:29 -0200Paraná mantém liderança na aquisição de seguro rural em 2011<p><em>Governo federal desembolsou R$ 253,5 milhões para subvenção do seguro em todo o país no ano passado</em></p> <p>As adesões ao seguro rural quase dobraram em 2011, se comparadas ao ano anterior. O Paraná manteve a liderança entre os Estados na aquisição do seguro. O número de contratos firmados subiu de 52 mil, em 2010, para os atuais 57,8 mil, com desembolso de R$ 253,5 milhões pelo governo federal, ante os R$ 198,3 milhões de 2010. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).</p> <p>No Paraná, o desembolso do governo federal foi de R$ 70,8 milhões. O Rio Grande do Sul ocupa a segunda posição, com pagamentos de R$ 54,4 milhões, seguido por São Paulo, com subvenção total de R$ 39 milhões, e Santa Catarina, R$ 30,3 milhões. Nos três Estados do Sul, regiões fortemente atingidas pela estiagem no final do ano passado e início de 2012, a área segurada foi de 2,5 milhões de hectares no Paraná, 1,1 milhão de hectares no Rio Grande do Sul e 224 mil hectares, em Santa Catarina. Na região Sudeste, que foi impactada pela chuva, a área segurada em São Paulo foi a maior, totalizando 4,6 mil hectares. Minas Gerais e Rio de Janeiro seguraram 289,8 mil e 231 hectares, respectivamente, no período.</p> <p>No país foram segurados 10,4 milhões de hectares, sendo que no tocante à subvenção, à soja foram pagos pelo governo R$ 90 milhões para uma área segurada de 3,7 milhões de hectares. Em segundo lugar ficou a maçã, com uma área de 21,5 mil hectares e desembolso pelo governo federal de R$ 34,9 milhões. O milho safrinha também teve desembolso expressivo de R$ 30,4 milhões, para uma área segurada de 1,6 milhão hectares.</p> Fonte: Mapahttp://beefworld.com.br/noticias/post/parana-mantem-lideranca-na-aquisicao-de-seguro-rural-em-2011http://beefworld.com.br/noticias/post/parana-mantem-lideranca-na-aquisicao-de-seguro-rural-em-201128Thu, 02 Feb 2012 14:08:48 -0200Agropecuária gera 6,8 mil empregos no MT em 2011<p>A geração de empregos no setor agropecuário de Mato Grosso, ano passado, foi o maior desde 2008. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), entre janeiro a dezembro foram criados 6.827 postos de trabalhos formais a mais.</p> <p>Só Notícias apurou que o saldo foi o terceiro maior entre os setores pesquisados, ficando atrás apenas do comércio (+ 9,4 mil) e prestação de serviços (+ 8,8 mil). Em 2011, Mato Grosso gerou, entre todas as atividades econômicas, 33,6 mil novos empregos. Para apurar os dados, o cadastro leva em consideração os registros formais, ou seja, com carteiras assinadas.</p> <p>Quando comparado com cenário de 2010 do setor agropecuário, o resultado é aproximadamente 79,13% superior. Na ocasião, o saldo final foi de 3.811 profissionais admitidos a mais. Em 2009, o resultado do setor caiu, com a quantidade de demissões superando a de contratações, fechando em - 313 postos de trabalho.</p> <p>O resultado foi influenciado pelas alterações econômicas ocorridas no cenário mundial, a partir do segundo trimestre de 2008 e, também, nacionalmente. O tema acabou destacado pela Secretaria Estadual de Planejamento e Coordenação Geral (Seplan), em nota técnica publicada em 2011, apontando que as atividades econômicas mais fortes em relação ao mercado internacional (agropecuária e indústria) foram os mais sensíveis aos acontecimentos.</p> <p>Mesmo com a época de mudanças na economia mundial, em 2008 o setor fechou gerando mais empregos: 3,6 mil.</p> Fonte: Agrolink/Só Notíciashttp://beefworld.com.br/noticias/post/agropecuaria-gera-68-mil-empregos-no-mt-em-2011http://beefworld.com.br/noticias/post/agropecuaria-gera-68-mil-empregos-no-mt-em-201128Thu, 02 Feb 2012 14:02:40 -0200Compras de milho pela China não significam escassez no mercado local, afirma representante do governo<p>O diretor-geral do Central Rural Work Leading Group, órgão do governo chinês, Chen Xiwen, afirmou que a China não sofre de uma escassez de milho no mercado doméstico.</p> <p>– Nós exportamos uma quantia considerável de produtos à base de milho, como amido e etanol, e produtos animais que consomem milho – disse o executivo durante uma conferência, nessa quinta, dia 2.</p> <p>De acordo com ele, o país exportou mais do que importou. Chen revelou que algumas importações visam a equilibrar a demanda regional, e o preço do milho importado no sul da China, importante área consumidora, pode ser mais baixo que o do grão doméstico. O país comprou quase 3 milhões a 4 milhões de toneladas dos Estados Unidos no ano passado para reabastecer as reservas estatais.</p> Fonte: Canal Rural/AEhttp://beefworld.com.br/noticias/post/compras-de-milho-pela-china-nao-significam-escassez-no-mercado-local-afirma-representante-do-governohttp://beefworld.com.br/noticias/post/compras-de-milho-pela-china-nao-significam-escassez-no-mercado-local-afirma-representante-do-governo26Thu, 02 Feb 2012 09:14:15 -0200Rússia rejeita importação de carne europeiahttp://beefworld.com.br/noticias/post/russia-rejeita-importacao-de-carne-europeiahttp://beefworld.com.br/noticias/post/russia-rejeita-importacao-de-carne-europeia26Thu, 02 Feb 2012 09:10:30 -0200Stephanes alerta para risco de paralisação no envio de produtos agrícolas para Argentinahttp://beefworld.com.br/noticias/post/stephanes-alerta-para-risco-de-paralisacao-no-envio-de-produtos-agricolas-para-argentinahttp://beefworld.com.br/noticias/post/stephanes-alerta-para-risco-de-paralisacao-no-envio-de-produtos-agricolas-para-argentina26Thu, 02 Feb 2012 09:06:58 -0200Embarque de milho cai 17%http://beefworld.com.br/noticias/post/embarque-de-milho-cai-17http://beefworld.com.br/noticias/post/embarque-de-milho-cai-1726Thu, 02 Feb 2012 09:05:29 -0200Nova bolsa de commodities deve operar em 2013http://beefworld.com.br/noticias/post/nova-bolsa-de-commodities-deve-operar-em-2013http://beefworld.com.br/noticias/post/nova-bolsa-de-commodities-deve-operar-em-201326Thu, 02 Feb 2012 09:04:36 -0200Índia defende entrada de bancos em derivativo de commoditieshttp://beefworld.com.br/noticias/post/india-defende-entrada-de-bancos-em-derivativo-de-commoditieshttp://beefworld.com.br/noticias/post/india-defende-entrada-de-bancos-em-derivativo-de-commodities26Thu, 02 Feb 2012 09:03:20 -0200Chuva ajuda na recuperação de pastagens em propriedades de MThttp://beefworld.com.br/noticias/post/chuva-ajuda-na-recuperacao-de-pastagens-em-propriedades-de-mthttp://beefworld.com.br/noticias/post/chuva-ajuda-na-recuperacao-de-pastagens-em-propriedades-de-mt26Thu, 02 Feb 2012 09:02:32 -0200Grupo define critérios para destinar milho para alimentação animal no RShttp://beefworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rshttp://beefworld.com.br/noticias/post/grupo-define-criterios-para-destinar-milho-para-alimentacao-animal-no-rs26Thu, 02 Feb 2012 09:01:25 -0200Investidores lucram com o agrohttp://beefworld.com.br/noticias/post/80753http://beefworld.com.br/noticias/post/8075326Thu, 02 Feb 2012 09:00:14 -0200Paraguai inicia vacinação contra febre aftosahttp://beefworld.com.br/noticias/post/paraguai-inicia-vacinacao-contra-febre-aftosahttp://beefworld.com.br/noticias/post/paraguai-inicia-vacinacao-contra-febre-aftosa26Thu, 02 Feb 2012 08:59:08 -0200Novo Código Florestal deve movimentar início da sessão legislativahttp://beefworld.com.br/noticias/post/novo-codigo-florestal-deve-movimentar-inicio-da-sessao-legislativahttp://beefworld.com.br/noticias/post/novo-codigo-florestal-deve-movimentar-inicio-da-sessao-legislativa26Thu, 02 Feb 2012 08:57:59 -0200Governo realiza venda direta de estoques de milhohttp://beefworld.com.br/noticias/post/governo-realiza-venda-direta-de-estoques-de-milhohttp://beefworld.com.br/noticias/post/governo-realiza-venda-direta-de-estoques-de-milho26Thu, 02 Feb 2012 08:57:04 -0200Índice de Preços ao Produtor (IPP) varia -0,17% em dezembro e fecha 2011 em 2,61%http://beefworld.com.br/noticias/post/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-varia-017-em-dezembro-e-fecha-2011-em-261http://beefworld.com.br/noticias/post/indice-de-precos-ao-produtor-ipp-varia-017-em-dezembro-e-fecha-2011-em-26126Thu, 02 Feb 2012 08:55:46 -0200Marfrig recebe multa administrativa de R$ 1 milhão por vazamento de gás que causou quatro morteshttp://beefworld.com.br/noticias/post/marfrig-recebe-multa-administrativa-de-r-1-milhao-por-vazamento-de-gas-que-causou-quatro-morteshttp://beefworld.com.br/noticias/post/marfrig-recebe-multa-administrativa-de-r-1-milhao-por-vazamento-de-gas-que-causou-quatro-mortes