Beef Worldhttp://beefworld.com.br/Beef WorldBeef World31Fri, 18 May 2012 12:30:22 -0300Dica BeefWorld para o fim de semana: Carne Bovina com Brócolis<p><strong><a href="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Carne-Bovina-com-Brócolis.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-87630" title="Carne Bovina com Brócolis" src="http://editora-animalworld.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Carne-Bovina-com-Brócolis-300x152.jpg" alt="" width="300" height="152" /></a>ingredientes</strong></p> <p>300g de carne bovina em fatias</p> <p>2 1/2 colheres de sopa de Missô</p> <p>1 colher de sopa de Óleo de Gergelim</p> <p>1 1/2 colher de vinagre de arroz</p> <p>1 colher de sopa de açúcar</p> <p>1/2 brócolis cortado em pequenos buquês Cogumelos (opcional)</p> <p><strong>modo de preparo</strong></p> <p>Em um recipiente médio, coloque a carne, tempere com o Missô, o óleo de gergelim, o vinagre e o açúcar, misture tudo e leve para marinar na geladeira por aproximadamente 45 minutos. Aqueça uma panela antiaderente em fogo alto, despeje a carne e refogue por aproxuimadamente 8 minutos ou até mudar de cor, acrescente o brócolis e deixe por mais 4 minutos ou até que esteja "al dente". Sirva em seguida.</p> Fonte: ClickGrátishttp://beefworld.com.br/noticias/post/dica-beefworld-para-o-fim-de-semana-carne-bovina-com-brocolis-2http://beefworld.com.br/noticias/post/dica-beefworld-para-o-fim-de-semana-carne-bovina-com-brocolis-231Fri, 18 May 2012 11:32:09 -0300Brasil vira exportador de genética bovina<p>Venda de tecnologia para o exterior atingiu R$ 240 milhões em 2011 no projeto Brazilian Cattle</p> <p>O Brasil está se tornando um polo exportador de tecnologia para a pecuária tropical. Só as 18 empresas participantes do projeto Brazilian Cattle, que apoia o setor no acesso ao mercado externo, exportaram mais de US$ 240 milhões em 2011. Em 2003, último ano antes de o projeto ser iniciado, as participantes exportaram apenas US$ 5 milhões.</p> <p>Realizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o Brazilian Cattle inclui empresas de todas as áreas da tecnologia pecuária, desde a área de material genético até as sementes de pastagens, passando por equipamentos, alimentação animal e saúde veterinária.</p> <p>O sucesso do Brasil nesse mercado está relacionado com o aumento da demanda global por proteína. “Vejo um futuro brilhante para o zebu, porque a demanda por carne e leite cresce mais onde ele se dá bem”, diz o presidente da ABCZ, Eduardo Biagi. “Os países tropicais vão precisar muito da nossa tecnologia.”</p> <p>Com raças zebuínas altamente desenvolvidas e melhoradas nacionalmente, a pecuária brasileira fica em evidência em um momento em que outros países tropicais têm recursos e mercados para ampliar sua produção. O gado zebu é reconhecido por sua rusticidade, que tolera temperaturas e estresses maiores.</p> <p>Sêmen, embriões e animais vivos do Brasil são comprados para melhorar os rebanhos desses países, mas não são suficientes para melhorar a pecuária como um todo. “Logo que fizemos os primeiros contatos com potenciais importadores, no início do projeto, percebemos que a demanda era pelo pacote tecnológico completo, e não apenas pela genética”, explica o diretor de negócios da ApexBrasil, Rogério Bellini.</p> <p>A inclusão de empresas de todas as etapas da produção no programa permitiu um grande crescimento das exportações, principalmente para os países da América Latina. “Agora estamos apostando muito também na África, com visitas aos mercados potenciais e a recepção de compradores e formadores de opinião no Brasil”, conta a gerente internacional da ABCZ, Icce Garbellini.</p> <p>Com recursos da ApexBrasil, o Brazilian Cattle convida potenciais compradores do exterior para conhecer no Brasil a produção do gado zebu e toda a sua cadeia tecnológica. Além disso, formadores de opinião, como autoridades e jornalistas, também são convidados para viagens semelhantes. “As barreiras sanitárias ainda são os principais empecilhos ao crescimento das nossas exportações”, avalia Biagi. Por isso, uma parte importante do projeto é mostrar que o controle sanitário brasileiro é eficiente e que as doses de sêmen e os embriões exportados passam por rígidos controles, para evitar o uso de material contaminado com doenças que ameaçariam os rebanhos dos importadores.</p> Fonte: Sou Agrohttp://beefworld.com.br/noticias/post/brasil-vira-exportador-de-genetica-bovinahttp://beefworld.com.br/noticias/post/brasil-vira-exportador-de-genetica-bovina31Fri, 18 May 2012 11:29:34 -0300Governo vai incentivar melhoria na criação de gado de corte<p>A Secretaria da Agricultura e o Instituto Emater vão começar seminários para apresentar o projeto Carne Paraná aos pecuaristas de todo o Estado. O secretário Norberto Ortigara se reuniu nesta quinta-feira (17) com técnicos da Emater, durante a 40.ª Expoingá, para discutir o projeto. O Carne Paraná surgiu da constatação dos baixos índices da produção de carne no estado e vai definir uma estratégia para prestar assistência técnica a criadores, para modernizar a bovinocultura de corte.</p> <p>De acordo com levantamento da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, o Paraná conta com 55.873 criadores de gado de corte e um rebanho de 6,1 milhões de cabeças. Os pecuaristas paranaenses produzem menos de meia carcaça por hectare ao ano, o que o Estado a importar carne de Goiás, Tocantins e Mato Grosso. No entanto, Ortigara destacou que existem boas iniciativas em algumas regiões e um esforço para mudar a imagem da carne bovina paranaense.</p> <p>O projeto Carne Paraná deve aumentar a renda e a geração de empregos da cadeia pecuarista. Caberá ao governo a coordenação estadual do projeto, a articulação de políticas públicas e sua execução pelas instituições de assistência técnica e extensão rural, pesquisa e fiscalização. O Estado também será responsável pela organização de produtores e indústrias, bem como pela implementação de projetos de apoio como inseminação artificial.</p> <p>De acordo com Luís Fernando Brondani, do Instituto Emater, o projeto tem tempo de implantação de dez anos. Uma das metas a ser atingida é a redução da idade média de abate dos animais dos atuais 37 para 30 meses. A produtividade que hoje é de 137 deve chegar a 210 quilos de carcaça por hectare ao ano. A lotação também deve passar de 1,4 para dois animais por hectare. Com isso, a receita bruta da pecuária de corte deve chegar a R$ 1.260,00 por hectare ao ano contra os atuais R$ 821,00. Os levantamentos da Secretaria indicam que, na região Noroeste, 75% dos pecuaristas abatem os animais com 36 meses e a produtividade não ultrapassa 130 quilos de carcaça por hectare ao ano.</p> <p>A proposta de modernização da bovinocultura de corte elaborada pela Secretaria aposta na produção de matéria-prima de qualidade para viabilizar linhas de abate e exportação dentro dos padrões desejados e cortes especiais. Com isso, espera-se inibir o abate clandestino de animais no estado. A indústria ainda deve desenvolver marcas próprias, buscando nichos de mercado, fortalecer as cooperativas e alianças de carnes existentes no estado e a rastreabilidade e certificação de carnes.</p> <p>Com o projeto o produtor deve contar com assistência técnica e capacitação para incrementar sua atividade. Tecnologia de produção, gestão de negócio e melhoria dos índices zootécnicos são alguns dos pontos que o serviço de extensão rural deve trabalhar junto aos produtores.</p> Fonte: Agência Estadual de Notíciashttp://beefworld.com.br/noticias/post/governo-vai-incentivar-melhoria-na-criacao-de-gado-de-cortehttp://beefworld.com.br/noticias/post/governo-vai-incentivar-melhoria-na-criacao-de-gado-de-corte31Fri, 18 May 2012 11:26:01 -0300Vacinação pode ser prorrogada<p><em>Imunização contra a febre aftosa depende da chegada de doses atrasadas</em></p> <p>O governo estadual voltou atrás e admitiu ontem (17) que poderá prorrogar o prazo da vacinação contra aftosa, que se encerra no dia 31. A previsão é que a totalidade das doses chegue ao Estado até a quarta-feira. O secretário adjunto de Agricultura, Cláudio Fioreze, disse que se o atraso inviabilizar a conclusão da vacinação ao término da campanha, um pedido de prorrogação, de pelo menos 10 dias, será feito ao Ministério da Agricultura.</p> <p>Das 5,4 milhões de doses necessárias nesta primeira etapa, 2,5 milhões foram distribuídas - 1 milhão de estoque e 1,5 milhão de duas remessas até esta semana, números revisados pela secretaria. Segundo Fioreze, o Estado observou os prazos legais, mas a primeira colocada na licitação não entregou as 7 milhões de doses adquiridas pelo governo para a campanha 2012. O processo de compra foi aberto em 14 de fevereiro, o resultado foi publicado em 4 de abril e a empresa vencedora do certame chamada para assinar o contrato em 17 de abril. As vacinas deveriam ser entregues no dia 25 do mesmo mês. "A empresa queria nos entregar as doses com prazo de validade que vencia antes do período da segunda etapa, em novembro. Não tínhamos como efetivar a compra. Avisaram em cima da hora e, até acionar o segundo colocado, e o mesmo se preparar para entrega, leva tempo", explica Fioreze.</p> <p>Um processo administrativo foi aberto para apurar as responsabilidades da empresa. A indústria poderá ser penalizada em até 10% do valor licitado - R$ 12,47 milhões - e até ser impedida de negociar com o poder público. A Fetag acompanha o caso. "Se as doses chegarem só semana que vem, vamos pedir prorrogação", avisa o assessor Airton Hochscheid.</p> Fonte: Correio do Povohttp://beefworld.com.br/noticias/post/vacinacao-pode-ser-prorrogadahttp://beefworld.com.br/noticias/post/vacinacao-pode-ser-prorrogada31Fri, 18 May 2012 11:15:26 -0300Seca traz prejuízos à produção agropecuária na Bahia<p>A seca prolongada na Bahia já trouxe prejuízos significativos ao setor agropecuário do Estado, provocando principalmente a queda de produção e podendo comprometer o abastecimento da população. A produção de leite, por exemplo, caiu em um terço desde o início da estiagem, o que representa 1,5 milhão de litros a menos por dia nas principais bacias leiteiras da região. A safra de milho e feijão do litoral norte baiano, responsável por 80% da produção estadual, deve sofrer uma perda quase que total da lavoura. As pequenas cidades do interior devem começar a sofrer com o desabastecimento de carne bovina em, no máximo, 90 dias. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 16 de maio, pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (FAEB) e refletem a preocupação do presidente da entidade, João Martins, com o atual cenário. “A situação é crítica. Há culturas em que as lavouras foram totalmente afetadas”, relata.</p> <p>Segundo o balanço divulgado pela FAEB, a captação diária de leite por alguns laticínios baianos foi reduzida de 100 mil para 18 mil litros. Municípios como Coaraci, no sudeste baiano, tiveram queda de 65% na produção. Nas cidades de Itapetinga, Jequié e Itabuna, esta redução foi, em média, de 60%. Na pecuária de corte, o cenário é preocupante para os pequenos municípios, uma vez que as principais cidades têm condições de armazenar a carne vinda de outros estados. No entanto, a tendência é de que em 2013 haja menor oferta de animais prontos para o abate e este quadro deve permanecer nos anos seguintes. Para minimizar os prejuízos, revela João Martins, muitos criadores devem antecipar para este ano a comercialização de animais que seriam fornecidos para o abate apenas no próximo ano.</p> <p>A falta de chuvas também deve atingir de forma expressiva a produção de cacau, uma das mais tradicionais da Bahia. Um dos locais que devem ser mais afetados é a região de transição, que engloba os municípios de Ipiaú, Ubatã, Ibirataia, Itagibá, Dário Meira, Jitaúna e Gongogi, entre outros. Com a seca, há uma perda de umidade do solo para o desenvolvimento da lavoura, o que pode comprometer a safra. Ainda de acordo com a FAEB, o cenário também é preocupante para algumas regiões de fruticultura. Por causa da estiagem, a água está sendo usada exclusivamente para abastecimento da população, pois o governo estadual suspendeu a outorga para fins comerciais. A produção de abacaxi já sofreu perdas drásticas em 2012 e deve prejudicar o plantio da próxima safra.</p> Fonte: Canal do Produtorhttp://beefworld.com.br/noticias/post/seca-traz-prejuizos-a-producao-agropecuaria-na-bahiahttp://beefworld.com.br/noticias/post/seca-traz-prejuizos-a-producao-agropecuaria-na-bahia31Fri, 18 May 2012 11:09:59 -0300Evento em Campo Grande mostra a pecuaristas como manejo racional melhora a eficiência produtiva do rebanho de corte<p>Para mostrar aos pecuaristas como o manejo racional pode tornar a fazenda ainda mais rentável, foi realizado nos dias 7 e 8 de maio, em Campo Grande (MS), um evento de disseminação tecnológica promovido pela MS Reprodução e Pfizer Saúde Animal, com participação da Beckhauser.</p> <p>Durante o evento, o médico veterinário Renato dos Santos, profissional com mais de 30 anos de experiência de campo, responsável pela área de Manejo Racional da Beckhauser e um dos maiores conhecedores do tema no Brasil, deu um curso com teoria e prática no curral sobre o assunto. Renato falou sobre a importância do bem-estar em animais de produção, explicando detalhes sobre o temperamento dos bovinos e como o manejo deve ser conduzido. A aplicação prática desses conceitos foi trabalhada no curral da Fazenda Ouro Verde, em Paranhos (MS).</p> <p>“A ideia é mostrar ao produtor o quanto um manejo ruim pode custar ao seu negócio e a toda a cadeia da carne. No Brasil, perde-se 17 milhões de quilos de carne por ano em consequência de lesões vacinais. Perde-se, em média, 390g de carne por animal abatido, segundo pesquisa de Moro & Junqueira, 1999. Essa perda por aplicação incorreta de medicamentos ocorre dentro da fazenda. Por isso, com mudanças de atitudes e boas práticas é possível reverter o quadro e aumentar a rentabilidade do negócio pecuário”, explica Renato dos Santos.</p> <p>Programação na HStore</p> <p>O evento foi realizado na HStore, loja conceito da Beckhauser em Campo Grande, conhecida como a “casa do manejo racional e produtivo” e a primeira concessionária de troncos e balanças do Brasil. O espaço foi concebido para ser um local de referência para quem busca informações sobre práticas que fazem a diferença no campo e contribuem para a melhoria do manejo, refletindo diretamente na qualidade e na rentabilidade da pecuária.</p> <p>Toda última sexta-feira do mês, a HStore tem uma programação para levar informação, treinamento, gerar debates e confraternizar a pecuária de Campo Grande e do Mato Grosso do Sul. A programação será sempre divulgada no site da Beckhauser: www.beckhauser.com.br</p> Fonte: Assessoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/evento-em-campo-grande-mostra-a-pecuaristas-como-manejo-racional-melhora-a-eficiencia-produtiva-do-rebanho-de-cortehttp://beefworld.com.br/noticias/post/evento-em-campo-grande-mostra-a-pecuaristas-como-manejo-racional-melhora-a-eficiencia-produtiva-do-rebanho-de-corte31Fri, 18 May 2012 10:52:31 -0300Exportações de carne bovina de MT recuam 11% no 1º quadrimestre<p>Apesar do menor patamar em que trabalham os embarques brasileiros neste início de ano, o volume exportado de carne bovina de Mato Grosso anda em compasso ainda menor que o do restante do país</p> <p>Enquanto os envios de carne do Estado para o exterior no primeiro quadrimestre do ano recuaram 11,8%, em comparação ao respectivo período de 2011, a soma dos embarques dos outros estados no mesmo período obteve recuo de apenas 1,6%.</p> <p>É nesse cenário em que as exportações trabalham em menores patamares, contrastando com o quadro de aumento da produção de carne em Mato Grosso neste período inicial do ano, no qual os abates foram, principalmente, puxados pela maior oferta de fêmeas. Desta forma, evidencia-se a maior participação do mercado interno no consumo do produto estadual, passando de 81% no primeiro trimestre de 2011 para 86% nos primeiros três meses deste ano.</p> <p>Tendo esse maior direcionamento da oferta das indústrias ao consumidor brasileiro se sustentado na robustez do mercado interno proporcionada pelo momento econômico favorável.</p> Fonte: Portal do Agronegóciohttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacoes-de-carne-bovina-de-mt-recuam-11-no-1-quadrimestrehttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacoes-de-carne-bovina-de-mt-recuam-11-no-1-quadrimestre31Fri, 18 May 2012 10:46:52 -0300Exportação australiana de boi em pé diminuiu no primeiro tri de 2012 <p>O total embarcado no período, 119,87 mil cabeças, representou uma queda de 20% frente ao mesmo período do ano passado.</p> <p>Tal volume foi o mais baixo para o período desde 2006.</p> <p>O principal fator apontado para a queda foi a limitação das licenças de exportação para a Indonésia, principal mercado para o produto.</p> <p>Aqui no Brasil houve um aumento de 1,4% nos embarques neste período, na comparação anual, com a exportação de 104,94 mil cabeças.</p> Fonte: Portal do Agronegóciohttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacao-australiana-de-boi-em-pe-diminuiu-no-primeiro-tri-de-2012http://beefworld.com.br/noticias/post/exportacao-australiana-de-boi-em-pe-diminuiu-no-primeiro-tri-de-201231Fri, 18 May 2012 10:44:46 -0300Preço da vacina cai e relação de troca é a melhor em 4 anos em MT <p>A relação de troca entre o preço da vacina adquirida pelo pecuarista de Mato Grosso para a campanha contra a febre aftosa e o valor pago pela arroba do boi gordo no estado atingiu em abril o melhor patamar de troca dos últimos quatros anos, indicou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Em suma, a menor despesa na hora de adquirir o insumo proporcionou a aquisição de mais doses por cada arroba do animal, explica Carlos Ivam Garcia, analista de mercado.</p> <p>"Na condição de troca, a moeda de troca para o pecuarista é a arroba do boi gordo. Quer dizer que com a venda hipotética de uma arroba do animal quantas vacinas eu consigo comprar", pontuou o especialista.</p> <p>De acordo com o Imea, a melhor relação de troca registrada no mês passado pode ser explicada pelo fator mercado.Em abril, o preço médio da dose atingiu R$ 1,16 e acumulou desvalorização de 19,2% em 12 meses.</p> <p>Enquanto isso, o preço médio pago pela arroba do boi, no mesmo período, recuou 8,4%. Conforme explica Garcia, mesmo com a menor remuneração ao produtor, a queda no preço da vacina tornou-se maior e contribuiu para que a relação de troca entre os produtos passasse de 64 doses a arroba em abril de 2011 para 72 doses por arroba em 2012.</p> <p>"O ideal é sempre diminuir o custo do insumo e ter a melhor remuneração pelo boi gordo. Houve esta vantagem porque ocorreu queda da arroba do boi no mesmo período. Essa variação é pontual e neste mês de vacinação apresentou queda. Mas em geral, não observamos isso", complementou ainda Carlos Garcia, do Imea.</p> <p>O contexto geral mencionado pelo especialista leva em conta as despesas totais que incidem sobre o pecuarista na hora de adquirir as vacinas utilizadas. Em Mato Grosso, mais de 12 milhões de animais devem ser vacinados contra a aftosa na etapa de maio e que abrange animais com até 24 meses. De acordo com os cálculos da Associação dos Criadores do Estado (Acrimat), o investimento deve atingir nesta fase R$ 15,3 milhões de reais.</p> Fonte: Agrodebatehttp://beefworld.com.br/noticias/post/preco-da-vacina-cai-e-relacao-de-troca-e-a-melhor-em-4-anos-em-mthttp://beefworld.com.br/noticias/post/preco-da-vacina-cai-e-relacao-de-troca-e-a-melhor-em-4-anos-em-mt31Fri, 18 May 2012 10:38:26 -0300BOI GORDO: Aos poucos, pressão baixista ganha força <p>Aos poucos a pressão baixista ganha força.</p> <p>Em São Paulo, a referência para o boi gordo está em R$93,50/@, à vista, e R$94,50/@, a prazo.</p> <p>Desde meados de abril, a cotação do animal terminado tem recuado pelo menos R$0,50/@ por semana no estado.</p> <p>Os preços de balcão em São Paulo variam de R$91,00/@ e R$94,00/@, à vista. As escalas de abate estão heterogêneas e atendem, em média, quatro a cinco dias.</p> <p>No Triangulo Mineiro, a tentativa de compra a preços menores tem diminuído o ritmo das negociações. As programações, que estavam confortáveis, não evoluíram no início desta semana.</p> <p>No mercado atacadista de carne com osso, houve recuo para a ponta de agulha.</p> <p>Com o bom patamar da oferta de matéria prima e a demanda em ritmo lento, outros recuos não estão descartados.</p> Fonte: Scot Consultoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/boi-gordo-aos-poucos-pressao-baixista-ganha-forcahttp://beefworld.com.br/noticias/post/boi-gordo-aos-poucos-pressao-baixista-ganha-forca31Fri, 18 May 2012 10:26:58 -0300Resultado do negócio de bovinos nos EUA faz ação da JBS despencar<p>O melhor desempenho das operações da JBS no Brasil no primeiro trimestre deste ano, impulsionado pela queda nos preços do boi gordo, não foi capaz de ofuscar, aos olhos do mercado, o impacto dos negócios de bovinos da companhia nos EUA, que sofreram com a escassez de animais para abate. Ontem, as ações da JBS caíram 8,83%, a maior baixa entre os papéis do Índice Bovespa.</p> <p>Segundo balanço divulgado na terça-feira, o lucro consolidado da JBS antes de juros, impostos e amortizações (Ebitda, em inglês) nos primeiros três meses do ano apresentou retração de 16,7% sobre o mesmo intervalo do ano passado, para R$ 696,5 milhões.</p> <p>No mesmo período, a unidade de negócios JBS USA Carne Bovina (que inclui as operações na Austrália) reportou um Ebitda negativo de R$ 45,4 milhões no trimestre, ante um Ebitda positivo de R$ 269,7 milhões um ano antes.</p> <p>"O maior desafio neste ano é o negócio de bovino nos EUA", admitiu o presidente da JBS, Wesley Batista, em teleconferência ontem com analistas de mercado. Segundo ele, a indústria americana enfrenta dificuldades para repassar ao consumidor o aumento dos custos de produção decorrente da escassez de animais para abate.</p> <p>Se o desempenho dos negócios de bovinos nos EUA decepcionou, o inverso ocorreu no Brasil, onde o mercado observa um aumento da oferta de boi gordo e uma queda nos preços da matéria-prima. No primeiro trimestre, a JBS Mercosul, que contempla as operações da empresa no Brasil, foi responsável por 73% do Ebitda total da companhia, porcentual bastante inferior à participação de 22,5% que a divisão teve na receita total da JBS, que chegou a R$ 16,011 bilhões no primeiro trimestre do ano.</p> <p>Entre janeiro a março, a JBS Mercosul registrou um Ebitda de R$ 508,6 milhões, salto de quase 65% em relação aos R$ 308,3 milhões apurados um ano antes. Na mesma comparação, a margem Ebitda passou de 8,6% para 13,3%.</p> <p>De olho nesse cenário favorável, a JBS está intensificando suas operações no país. Só neste ano, a companhia adquiriu ou arrendou 12 novas unidades de abate, que vão ampliar em 2 milhões de cabeças sua capacidade anual de abate (cerca de 8 mil cabeças-dia). Segundo o presidente da JBS, as 12 unidades devem representar um acréscimo de R$ 3 bilhões na receita anual da companhia, que em 2011 alcançou R$ 61,7 bilhões.</p> <p>Batista explicou que as novas operações devem ter um "altíssimo retorno sobre o capital investido, que é basicamente capital de giro", mas não revelou o preço pago aos proprietários das unidades "Se fôssemos comprar essas unidades, a depreciação seria maior do que o valor que vamos pagar pelo arrendamento", ponderou o executivo brasileiro.</p> <p>Questionado sobre a multa aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) à Bertin em um processo de 2007 no qual a empresa - adquirida pela JBS em 2009 - é acusada de combinar preços com outros dois frigoríficos, o executivo afirmou que a JBS não deverá arcar com a multa.</p> <p>Uma decisão publicada nesta semana condenou o Bertin a pagar uma multa equivalente a 5% sobre o faturamento bruto da companhia no ano anterior à instauração do processo, que se arrastava desde 2005. De acordo com analistas, esse valor pode chegar a R$ 150 milhões.</p> <p>Batista disse que o acordo firmado com a Bertin isenta a JBS de qualquer responsabilidade, mas admitiu que o caso pode respingar na companhia. O executivo afirmou, ainda, que, nas contas dos advogados da JBS, a multa a ser aplicada é de apenas R$ 5 milhões.</p> Fonte: Valor Econômicohttp://beefworld.com.br/noticias/post/resultado-do-negocio-de-bovinos-nos-eua-faz-acao-da-jbs-despencarhttp://beefworld.com.br/noticias/post/resultado-do-negocio-de-bovinos-nos-eua-faz-acao-da-jbs-despencar31Fri, 18 May 2012 10:11:54 -0300Agricultura salva PIB<p>Mais uma vez, a agricultura e o agronegócio estão salvando a economia e a balança comercial. Há produção e investimento. A safra agrícola atual, 2011/12, deve ser 1,7% menor que a anterior, de 160 milhões de toneladas, principalmente por causa da seca do Nordeste - uma quebra de 40%, mas o mercado interno continua plenamente atendido e as exportações aumentam.</p> <p>Esse cenário contrasta com os demais setores, que recebem mais atenção da mídia. Serve de exemplo e merece ser destacado, pois é um exemplo de grande êxito a seguir.</p> <p>Salva a balança. Com superávit comercial de US$ 20,8 bilhões de janeiro a abril e US$ 77,95 bilhões em 12 meses, o agronegócio continuou a ser o principal fator de segurança do setor externo. Sem ele, não haveria superávit, mas déficit. O Brasil tem 7% da produção mundial de grãos. No mundo, são 2,3 bilhões de toneladas e, no Brasil, 160 milhões.</p> <p>Da reforma cambial, em 1999, até hoje, as vendas externas de alimentos e agroprodutos aumentaram velozmente, 200% (!), enquanto as cotações das commodities se valorizavam apenas 23%, lembra Rolf Kuntz em artigo neste caderno, em 14 de março. E isso, apesar de os produtos brasileiros sofrerem feroz competição de países competidores com subsídios, protecionismos, manipulação cambial e até discriminação.</p> <p>O destaque para esse cenário positivo levou em conta o aumento na quantidade exportada, no período, dos três produtos do setor: soja em grão (36%); farelo de soja (8%) e óleo de soja (20%). No primeiro quadrimestre os preços médios de exportação da soja ainda estavam elevados, mas a cotação média de exportação tanto do farelo quanto do óleo de soja caíram 10% e 6%, respectivamente. A queda dos preços das commodities e dos produtos agrícolas foi compensada por maior agressividade do agricultor brasileiro, apoiada pelo governo, num mercado competitivo e em retração.</p> <p>O que pesa. O agronegócio participava no ano passado com 22,15 % do PIB. Sozinha, a agricultura participa com 70% e a pecuária com 30 %. O setor emprega cerca de 30 milhões de pessoas - entre 16 e 17 milhões encontram-se no setor primário e o restante nos diversos segmentos que compõem o setor.</p> <p>Não é de hoje que o Brasil vem investindo na diversificação de parceiros comerciais. Não dependemos de um ou dois mercados e, justamente por isso, não fomos afetados pela crise global da mesma forma que os Estados Unidos e os países europeus. O Brasil é hoje líder em café e suco de laranja, ou ocupa os primeiros quatro lugares no comércio mundial de alimentos.</p> <p>A grande vantagem. O Brasil está numa posição única: tem terras desocupadas ainda por explorar. Há no País pelo menos 50 milhões de hectares. O coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, Roberto Rodrigues, lembra que entre 1990 e 2010 a produção de alimentos cresceu nada menos que 173%, enquanto a área apenas 36%. E isso porque a produtividade cresceu 100%, diz ele. Há um espaço enorme para avançar sem ferir o meio ambiente.</p> <p>A OCDE coloca o Brasil entre os principais países para atender ao crescimento de 20% da produção mundial nos próximos 8 anos. E isso porque, diz a organização, sua produção de alimentos pode crescer 40% em média na década, enquanto o potencial da Austrália é de 17%, e do Canadá, Estados Unidos e União Europeia, apenas 4%.</p> Fonte: MSN/Estadãohttp://beefworld.com.br/noticias/post/agricultura-salva-pibhttp://beefworld.com.br/noticias/post/agricultura-salva-pib31Fri, 18 May 2012 10:08:04 -0300MT e 4 estados devem reunir 63% do valor de produção agrícola, diz Mapa<p>Cinco estados brasileiros devem concentrar em 2012 pelo menos 63,3% de todas as riquezas produzidas pela atividade agrícola do país. Os estados estão localizados nas principais regiões produtoras do Brasil, sendo dois na região Sudeste, dois no Centro-Oeste e um no Sul o país. Conforme o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), juntos, os estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná e Goiás devem faturar neste ano R$ 133,9 bilhões com o exercício agrícola, detendo os maiores Valores Brutos da Produção (VBP).</p> <p>São Paulo deve contabilizar em 2012 o maior rendimento com a atividade agrícola do Brasil e deve arrecadar R$ 42,2 bilhões. Já Mato Grosso, que é o maior produtor brasileiro de grãos, apresenta a segunda maior arrecadação, com R$ 27,8 bilhões. As projeções são elaboradas a partir das estimativas de safra e os preços.</p> <p>O desempenho dos estados do Centro-Oeste fará com que, pela primeira vez, o Valor Bruto de Produção para a região supere o Sul. De acordo com o Mapa, para as duas localidades o VBP deve atingir, respectivamente, R$ 52,9 bilhões e R$ 42,7 bilhões.</p> <p>Cleber Noronha, analista de mercado do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), destaca que o avanço da região Centro-Oeste também se deve à chamada 'safra cheia'. "O Centro-Oeste está se desenvolvendo muito bem. Enquanto isso, no Sul, que registrou queda na produção deve gerar um VBP menor. Isso deu espaço para o Centro-Oeste subir", pontuou o especialista.</p> <p>Mas Noronha ressalva que apesar da cifra alta, o VBP não reflete em sua totalidade ao montante real que deve ficar nas mãos dos produtores. A análise do Mapa mostrou que na unidade federada seis culturas devem apresentar menor desempenho este ano: algodão, arroz, banana, café, mandioca e tomate. Enquanto isso, culturas como cana-de-açúcar, milho e soja devem registrar incremento no rendimento bruto anual.</p> <p>Brasil - No Brasil, indicou o Mapa, o Valor Bruto da Produção está estimado em R$ 211,24 bilhões em 2012, valor inferior ao obtido no ano passado, em R$ 216,26 bilhões. Apesar do recuo, aponta o Mapa, deve se tornar o segundo maior valor desde 1997.</p> Fonte: G1http://beefworld.com.br/noticias/post/mt-e-4-estados-devem-reunir-63-do-valor-de-producao-agricola-diz-mapahttp://beefworld.com.br/noticias/post/mt-e-4-estados-devem-reunir-63-do-valor-de-producao-agricola-diz-mapa31Fri, 18 May 2012 10:04:30 -0300MSD Saúde Animal participa do Dia de Campo Leite no Sertão<p><em>A parceria entre empresas e cooperativa leva aos pecuaristas de Senhor do Bonfim e região resultados reais de tecnologia e propicia a produção de animais para o mercado</em></p> <p>A MSD Saúde Animal, em parceria com Beatriz Lobo, promovem o Dia de Campo Leite no Sertão, a ser realizado no dia 20 de maio, na Fazenda Brejinho (próximo à torre da Rádio Caraíba), a partir das 8 horas, no município de Senhor do Bonfim, Bahia.</p> <p>O evento tem por objetivo levar informação de qualidade ao produtor de leite, mostrar as várias tecnologias disponíveis em saúde, produção e reprodução animal além de impulsionar o uso dessas tecnologias por parte do produtor de leite, mostrando a necessidade da adoção dessas tecnologias com o intuito de se manter competitivo na cadeia produtiva do leite.</p> <p>Daniela Araújo Coutinho Nascimento, Médica Veterinária, Mestre em Ciência Animal nos Trópicos e Consultora em Pecuária da MSD Saúde Animal, acredita que eventos como esse ajudam a orientar o produtor rural, oferecendo as informações necessárias para que os produtores possam trabalhar de maneira eficiente e, assim, ofertar leite com maior qualidade ao mercado.</p> <p>“Os produtores presentes terão a oportunidade de aprender, trocar conhecimentos e tirar suas dúvidas com grandes profissionais das mais variadas áreas de atuação”, cita Daniela. Ela acrescenta ainda que os produtores assistirão a palestras com temas relevantes para a produção leiteira. “As palestras ajudarão na lucratividade das propriedades leiteiras, pois os assuntos tratados falam de problemas e dificuldades enfrentados no dia a dia das propriedades”, finaliza.</p> Fonte: Assessoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/msd-saude-animal-participa-do-dia-de-campo-leite-no-sertaohttp://beefworld.com.br/noticias/post/msd-saude-animal-participa-do-dia-de-campo-leite-no-sertao31Fri, 18 May 2012 10:01:33 -0300Exportação de MT tem alta de 26,8% até abril <p>O balanço das exportações mato-grossenses neste primeiro quadrimestre do ano mostra crescimento na receita das vendas de 26,84% em relação ao observado em igual período do ano passado. De janeiro a abril, os embarques somaram US$ 3,93 bilhões, ante um saldo anterior de US$ 3,09 bilhões. O tripé formado pela valorização das commodities – especialmente as do complexo soja -, da apreciação do dólar frente ao real e da forte demanda mundial, explicam o ritmo inédito cravado no comércio internacional estadual em 2012.</p> <p>O valor acumulado nos últimos quatro meses, novamente um recorde para o período, mostra que Mato Grosso manteve faturamento médio mensal, em 2012, de cerca de US$ 1 bilhão, ante aproximadamente US$ 774 milhões/mês no ano passado.</p> <p>Com quase US$ 4 bilhões acumulados neste quadrimestre, Mato Grosso segue na oitava colocação entre os maiores exportadores brasileiros, ranking liderado pelo estado de São Paulo, cuja receita acumulada é de US$ 16,73 bilhões. “É importante registrar que Mato Grosso supera os estados de Santa Catarina e Bahia, que possuem economias bem mais estruturadas, o que evidencia nossa importância como gerador de divisas para o país”, observa o economista e proprietário da PR Consultoria, Carlos Vitor Timo Ribeiro.</p> <p>A balança comercial mato-grossense no quadrimestre também traz resultado positivo, fruto do incremento das exportações, em 26,8%, e da queda das importações em 5,3%, que no período comparado passaram de US$ 450,22 milhões em 2011 para US$ 426,37 milhões em 2012. A balança comercial – exportações menos as importações - registrou superávit de US$ 3,5 bilhões, valor 32% maior do que o saldo de US$ 2,65 bilhões do mesmo período do ano passado, “cravando mais um recorde histórico”, frisa Timo Ribeiro. Ainda como acrescenta o economista, o Estado acumula mais um resultado extremamente importante dentro do comércio internacional do país, ao figurar como o quarto maior superávit do quadrimestre, US$ 3,50 bilhões, atrás apenas de Minas Gerais (US$ 6,65 bilhões), Rio de Janeiro (US$ 4,98 bilhões) e do Pará (US$ 3,85 bilhões).</p> <p>A PAUTA - Timo Ribeiro chama à atenção para distribuição da pauta estadual de produtos. “Mais uma vez, houve forte concentração em nossa pauta exportadora, com expressivo crescimento da participação dos produtos do complexo soja com aumento em 10 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado. Tal posição deve ser revertida ao longo do ano, com maiores embarques de milho, algodão e carnes, principalmente”. De janeiro a abril deste ano, como explica, dos US$ 3,93 bilhões faturados pelo Estado com as exportações, US$ 3,03 vieram das vendas do complexo, o que representa 77,1% do total estadual. No ano passado a participação era de 67,7%, de um total de negócios em US$ 2,09 bilhões.</p> <p>Destaque na pauta estadual até abril é a inversão dos negócios. Em abril do ano passado, por exemplo, o milho já era o segundo produto de maior peso na pauta estadual, superando o complexo carnes. Como a safra do cereal no ano passado foi menor do que o esperado, quase não havia estoques para se negociar neste ano e por isso o milho cedeu lugar às carnes. O cereal exibiu receita de US$ 461,63 milhões no primeiro quadrimestre do ano passado e em 2012 caiu para US$ 172,76 milhões. Com negócios 62% menores, a participação do milho no total exportado pelo Estado passou de 14,9% para 4,4%.</p> <p>Como destaca Timo Ribeiro, as exportações do complexo soja totalizam aumento de 44% em valor, especialmente por conta do forte aumento dos embarques físicos principalmente de óleo, soja em grão e farelo, com 132,6%, 44,6% e 42,4% respectivamente. “Esses resultados foram nitidamente influenciados pela demanda internacional e pelo câmbio favorável pela desvalorização do real de 17% no período analisado, o que é muito positivo para nossa vendas”, aponta o economista.</p> <p>As exportações do complexo carne registraram pequeno aumento de 1,6%, com faturamento de US$ 399,74 milhões ante US$ 393,43 milhões. A carne frango mesmo com o pequeno aumento físico de 2,4% atingiu 64,7 mil toneladas, volume maior do que os embarques de carne bovina de 52,18 mil toneladas, mantendo a tendência iniciada no primeiro trimestre do ano passado. O faturamento com o produto cresceu 13,8% dado o aumento de 11,1% no preço. As outras carnes, especialmente a suína continuam retraídas em função da manutenção do embargo russo.</p> <p>“O crescimento acelerado dos embarques estaduais de carne de frango mostra a avicultura se consolidando como uma nova e dinâmica cadeia produtiva estadual, oportunizando a agregação de valor via conversão de proteína vegetal em proteína animal. Embora ainda sentindo fortemente o embargo russo, o desempenho registrado pelo segmento frigorífico, pelo que representa para a agregação de valor e geração de emprego e renda, é um feito da mais alta relevância, consolidando Mato Grosso como player mundial na produção de alimentos”, defende Timo Ribeiro.</p> Fonte: Diário de Cuiabáhttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-mt-tem-alta-de-268-ate-abrilhttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-mt-tem-alta-de-268-ate-abril31Fri, 18 May 2012 09:54:55 -0300Pecuaristas oficializam mobilização<p>Mais de 1.500 produtores rurais, entidades representativas do setor produtivo, políticos e autoridades de todo Brasil, participaram do Movimento Nacional Contra o Monopólio dos Frigoríficos, realizado na noite da última quinta-feira, em Campo Grande (MS). Os discursos tinham a mesma tônica de cobrança, para que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pare de promover o monopólio de poucas indústrias frigoríficas, com dinheiro público, provocando sérias consequências em toda cadeia da carne.</p> <p>“A concentração dos frigoríficos nas mãos de poucos grupos atinge não só o produtor rural, que fica refém das indústrias, mas também o consumidor que não tem opção de compra”, disse o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), José João Bernardes. Ele ressalta que “o setor não aceita essa situação e vamos desencadear uma série de ações para evitar que continue”.</p> <p>Para pontuar o que o setor pretende fazer, foi feita uma carta com as principais diretrizes para frear a liberação de recursos públicos, via BNDES, para capitalizar grupos frigoríficos “viabilizando seu crescimento e forte inserção em mercados estrangeiros”. Na carta escrita em conjunto pelos representantes das entidades do setor produtivo, consta que “a concentração, alavancada com recursos públicos, afeta a rentabilidade do negócio pecuário e, consequentemente, dificulta a sustentabilidade do setor, baseada no tripé: ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável”.</p> <p>Os pecuaristas querem também que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cadê) analise os procedimentos de aquisição das indústrias frigoríficas e acompanhe a interferência e desdobramentos dessas aquisições, “onde claramente se nota o abuso de poder econômico utilizando-se, como já foi dito, de dinheiro público”. Outra decisão dos pecuaristas foi a criação de um Conselho Nacional de Pecuária de Corte, com o objetivo de encaminhar as questões da cadeia da carne nas instâncias políticas, administrativas e institucionais pertinentes.</p> <p>“Essa carta será entregue à Frente parlamentar da Agropecuária da Câmara Federal e no Senado para que o assunto seja levado ao governo federal”, anunciou o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrisul), Francisco Maia.</p> <p>O segundo encontro do Movimento Nacional Contra o Monopólio dos Frigoríficos já tem data e local. O próximo encontro será realizado em Cuiabá, Mato Grosso, no dia 9 de julho, e coordenado pela Acrimat.</p> <p>DADOS - Mato Grosso tem o maio rebanho bovino do Brasil, com 29,1 milhões de cabeças e onde a concentração de grupos frigoríficos é grande. O Estado possui 39 frigoríficos habilitados com a inspeção federal, mas, apenas 27 estão funcionando. Somada a capacidade de abate dos frigoríficos instalados chega a 38.457 cabeças/dia, considerando os frigoríficos em funcionamento, cai para 30.802 cabeças/dia. Da capacidade instalada total do Estado em 2012, apenas o grupo JBS controla 48%, em 2008 este número era de 14%. O grupo JBS ainda detém 100% da capacidade de abate em operação nas regiões Nordeste e Noroeste do Estado.</p> Fonte: Diário de Cuiabáhttp://beefworld.com.br/noticias/post/pecuaristas-oficializam-mobilizacaohttp://beefworld.com.br/noticias/post/pecuaristas-oficializam-mobilizacao31Thu, 17 May 2012 15:03:31 -0300Presidente do SINDAN assume cargo de Diretor da IFAH<p><em>Ricardo Pinto irá representar a indústria de produtos para a saúde animal na Internacional Federation for Animal Health</em></p> <p>O presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (SINDAN), Ricardo Pinto, foi eleito Diretor da IFAH (Internacional Federation for Animal Health), entidade internacional que representa a indústria de produtos para a saúde animal, em Bruxelas, na Bélgica, no início de abril, representando as Américas do Sul e Central.</p> <p>A Assembléia Geral de 2012 foi conduzida pelo presidente da entidade Juan Ramón Alaix, principal executivo mundial da Pfizer Animal Health, e secretariado pela diretora executiva da entidade Bárbara Freischem. No evento, foram apresentados em seminários discussões de estratégias futuras além das prioridades para o setor veterinário mundial.</p> <p>Um dos focos da IFAH é assegurar que as decisões sejam tomadas com base na ciência, propiciando segurança alimentar ao consumidor, principalmente nas questões relacionados a novos produtos, com base nos organismos de registros e entidades internacionais.</p> <p>Mais informações: www.ifahsec.org</p> Fonte: Assessoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/presidente-do-sindan-assume-cargo-de-diretor-da-ifahhttp://beefworld.com.br/noticias/post/presidente-do-sindan-assume-cargo-de-diretor-da-ifah31Thu, 17 May 2012 14:46:37 -0300Syngenta apresenta soluções para a safrinha durante a Agrobrasília<p><em>Empresa leva aos agricultores da região seu portfólio de soluções integradas para a segunda safra, prática que ganha cada vez mais importância na região</em></p> <p>A Syngenta leva a Agrobrasília, uma das mais importantes feiras de agronegócio do país suas soluções desenvolvidas e adaptadas para acompanhar o crescimento da safrinha no Cerrado. A prática da segunda safra tem ganhado cada vez mais importância no entorno de Brasília e por conta disso, a empresa levará à feira sementes de soja de ciclo precoce, que levam de 90 a 95 dias do plantio à colheita. “Com um ciclo mais rápido, essas variedades permitem que haja uma segunda colheita, aproveitando o final do período de chuvas”, observa Lucas Perez, coordenador de marketing da Syngenta. Segundo ele, a variedade de soja mais utilizada atualmente na região é a ciclo tardio.</p> <p>A empresa também apresentará variedades de milho safrinha de ciclo precoce, indicados à região e seu portfólio para uma cultura que ganha cada vez mais espaço: o girassol, excelente opção para safrinha, por demandar menos água que o milho e pela sua alta lucratividade. “A empresa desenvolveu desde sementes apropriadas para as condições brasileiras até um modelo de comercialização”, explica Perez.</p> <p>Outro diferencial da Syngenta será o projeto “Seis Toneladas” que busca orientar agricultores a obter a produtividade máxima com a cultura do feijão. Com a participação da Embrapa e do Centro Nacional de Pesquisas e Feijão (CNPAF) de Goiânia (GO), a iniciativa, resultou em um livro que traz informações detalhadas sobre o manejo necessário para ganhos de até 6 toneladas em um hectare. Os trabalhos foram coordenados pelo grupo GTEC-feijão que reuniu vários especialistas das entidades que abordaram temas como fisiologia, adubação, fitotecnia, fitopatologia, plantas daninhas e entomologia.</p> Fonte: Assessoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/syngenta-apresenta-solucoes-para-a-safrinha-durante-a-agrobrasiliahttp://beefworld.com.br/noticias/post/syngenta-apresenta-solucoes-para-a-safrinha-durante-a-agrobrasilia31Thu, 17 May 2012 12:11:08 -0300Patrícia Aparecida dos Santos assume Coordenação de Inteligência de Mercado da MSD Saúde Animal<p>Patrícia Aparecida dos Santos foi contratada e, a partir de 09 de abril de 2012, passa a assumir a Coordenação de Inteligência de Mercado da MSD Saúde Animal.</p> <p>Formada em Administração de Empresas pela Faculdade Oswaldo Cruz, é pós-graduada em Negócios Internacionais (Mackenzie) e em Marketing (FAAP); especialização em Estratégia de Marketing (FGV) e cursa MBA em Estratégia de Negócios - BSP Business School São Paulo.</p> <p>Patrícia ingressa na empresa com a tarefa de dar continuidade ao exemplar trabalho desenvolvido, nesta função, por Arnaldo Elias, que se aposenta, após anos de dedicação, eficiência e muitas conquistas para a empresa. Patrícia está sob direção de Gúbio Almeida, Diretor de Operações da MSD Saúde Animal.</p> <p>Para Patrícia, trata-se de um desafio, pois o mercado de saúde animal é novo para ela. “Pretendo me reunir com cada liderança da empresa para entender as estratégias, as metas que almejam, contribuindo desta forma para atender as necessidades deste mercado, ganhando mais market share para a MSD Saúde Animal", garante.</p> Fonte: Assessoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/patricia-aparecida-dos-santos-assume-coordenacao-de-inteligencia-de-mercado-da-msd-saude-animalhttp://beefworld.com.br/noticias/post/patricia-aparecida-dos-santos-assume-coordenacao-de-inteligencia-de-mercado-da-msd-saude-animal31Thu, 17 May 2012 11:02:51 -0300Conferência mundial da raça dévon reúne criadores no RS<p>Criadores de diversos países participam de palestras e visitam fazendas. Linhagem brasileira de gado dévon é considerada uma das melhores.</p> <p>A fazenda São Valentim, na Serra Gaúcha, recebe um dos Dias de Campo da Conferência Mundial de Devóns. O objetivo é promover a troca de informações sobre seleção genética da raça com criadores de vários países.</p> <p>Hoje a linhagem brasileira é reconhecida como uma das melhores do mundo. Lisa veio da Inglaterra e ficou impressionada com a qualidade da raça aqui. “Os animais são excelentes e têm bastante força nas pernas, o que é muito importante”, contou.</p> <p>A família Cherubini cria dévons desde 1947. Na fazenda há 100 fêmeas de raça pura. Os terneiros são vendidos para diversas partes do país.</p> <p>Na idade adulta, eles podem pesar mais de mil quilos, mas isso é só tamanho. Os dévons costumam ser bastante dóceis, característica que, no caso das fêmeas, influencia inclusive na fertilidade.</p> <p>Um terneiro de dévon custa entre R$ 3 e 4 mil. O grande diferencial da raça é a qualidade da carne, muito apreciada no país.</p> <p>O encontro termina dia 25. Os criadores vão visitar outras fazendas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.</p> Fonte: Globo Ruralhttp://beefworld.com.br/noticias/post/conferencia-mundial-da-raca-devon-reune-criadores-no-rshttp://beefworld.com.br/noticias/post/conferencia-mundial-da-raca-devon-reune-criadores-no-rs31Thu, 17 May 2012 10:58:47 -0300Exportação de carne bovina brasileira diminui no acumulado até abril<p><em>Mesmo com embargo, Rússia segue como o principal destino dos embarques</em></p> <p>As vendas externas de carne bovina brasileira totalizaram US$ 1,666 bilhão nos quatro primeiros meses do ano. O resultado representou uma leve queda de 0,21% ante os US$ 1,670 bilhão de igual período de 2011. Os dados são da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).</p> <p>O aumento de 1,30% nos preços praticados no período - de US$ 4.715/tonelada para US$ 4.776/tonelada na mesma base de comparação -, não foi suficiente para alavancar a receita, já que o volume caiu 1,49% no período. De janeiro a abril, foram embarcadas 348,947 mil toneladas de carne ante 354,225 mil toneladas do primeiro quadrimestre do ano passado.</p> <p>No período, a Rússia segue como principal mercado para a carne bovina brasileira, apesar do embargo a diversas unidades do País, que perdura desde 15 de junho. Até abril, os russos compraram 348,947 mil toneladas do Brasil, queda de 10,48%, com uma receita de US$ 394,743 milhões, recuo de 10,98%.</p> <p>Na sequência ficaram Hong Kong, com receita de US$ 265,596 milhões (+32,28%) e embarques de 68,959 mil toneladas (+17,17%); União Europeia, com US$ 224,802 milhões (-4,35%) e 30,841 mil toneladas (-7,87%) e Venezuela, com US$ 127,901 milhões (+21,49) e 25,205 mil toneladas (+25,29%).</p> Fonte: Agência Estadohttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-carne-bovina-brasileira-diminui-no-acumulado-ate-abrilhttp://beefworld.com.br/noticias/post/exportacao-de-carne-bovina-brasileira-diminui-no-acumulado-ate-abril31Thu, 17 May 2012 10:20:12 -0300Mato Grosso se torna primeiro em exportação do agronegócio<p>O plantio e colheita antecipada da safra 2011/2012 da soja proporcionaram a Mato Grosso o 1º lugar no ranking nacional das exportações do agronegócio brasileiro em abril, desbancando São Paulo e Paraná que ficaram em 2º e 3º, respectivamente. Tendência é seguir na liderança, segundo o setor do agronegócio no Estado.</p> <p>O ano passado MT ocupava a 3ª colocação no mês. Levantamento da Balança Comercial das Exportações do Agronegócio, feito pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), divulgado nesta semana, revela um crescimento de 0,44% na arrecadação, um salto de US$ 1,090 bilhão para US$ 1,095 bilhão e uma participação de 15,59% dos envios nacionais.</p> <p>De acordo com o levantamento, o Paraná enviou para o exterior US$ 1,057 bilhão em abril e São Paulo US$ 1,027 bilhão, quedas de 12,57% e 37,08%, respectivamente, ante o mês do ano passado. Na comparação do acumulado do ano, Mato Grosso subiu da 4ª colocação no ranking de janeiro a abril de 2011 para o 2º lugar no período em 2012.</p> <p>O incremento no quadrimestre deste ano foi 27,09% superior ao do ano passado, alta de US$ 3,055 bilhões para US$ 3,883 bilhões. Nas vendas totais de 2012 Mato Grosso só perde para São Paulo com US$ 4,785 bilhões. O Paraná vem em 3º com US$ 3,722 bilhões. Conforme o gestor do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Daniel Latorraca, Mato Grosso liderou em abril as exportações e chegou a vice-liderança no acumulado do ano por conta da soja. "Conseguimos plantar e colher mais cedo na safra 2011/2012 em relação a safra passada. Além disso, os estoques mundiais do grão estavam em baixa. O que proporcionou uma busca maior". Questionado sobre a permanência de Mato Grosso na liderança, Latorraca comenta que ao menos na frente do Paraná a tendência é seguir por conta das supersafras da soja e do milho.</p> <p>Produtos</p> <p>Com 90% da safra 2011/2012 da soja comercializada já, os envios do grão ao exterior ecuaram 2,92% em abril de 2012, ante o mês o ano passado. A retração foi de US$ 956,8 milhões para US$ 928,8 milhões. O volume caiu 9,29% de 2,01 milhões de toneladas para 1,82 milhão este ano. No acumulado houve alta de 44,6% nos envios ante o período em 2011, US$ 3,028 bilhões e 6,327 milhões de toneladas. Somente para a China em abril foram enviados US$ 526,2 milhões, contra os US$ 663,8 milhões do mês ano passado. "Como colhemos cedo, o escoamento foi rápido para atender a demanda por conta dos estoques baixos", frisa Latorraca.</p> Fonte: Folha do Estadohttp://beefworld.com.br/noticias/post/mato-grosso-se-torna-primeiro-em-exportacao-do-agronegociohttp://beefworld.com.br/noticias/post/mato-grosso-se-torna-primeiro-em-exportacao-do-agronegocio31Thu, 17 May 2012 10:06:46 -0300Ministro da Agricultura: "Código Florestal possui textos confusos"<p>O Ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, comentou nesta segunda-feira o texto do novo código Florestal, em análise pelo Poder Executivo. Para o ministro, o projeto tem trechos inadequados. "Tivemos os parágrafos 4º e 5º do Artigo 61 que, do meu ponto de vista, prejudicam o pequeno produtor. E existem outros textos confusos", disse.</p> <p>Mendes Ribeiro disse que o governo está examinando exaustivamente o texto para tomar a decisão de vetá-lo totalmente ou parcialmente. "Esse exame está sendo feito com todo cuidado e, na data do veto, o governo fará o veto", defendeu o ministro.</p> <p>Os parágrafos em questão tratam do reflorestamento da mata ciliar, aquela à margem dos rios, de propriedades rurais em Áreas de Preservação Permanente (APPs). Pelo novo código, imóveis às margens de cursos d'água de até 10 m de largura devem repor uma faixa de 15 m de de mata ciliar.</p> <p>Independentemente da decisão presidencial, Mendes Ribeiro disse que a discussão sobre o código representou um avanço. "O preconceito com a área rural diminuiu e o conhecimento sobre a capacidade de produzir do trabalhador rural brasileiro ficou bem registrado. Amadurecemos, a educação ambiental cresceu, nós só ganhamos", afirmou. A presidente Dilma Roussef tem até o próximo dia 25 para decidir pelo veto ou não do projeto.</p> Fonte: Agência Brasilhttp://beefworld.com.br/noticias/post/ministro-da-agricultura-codigo-florestal-possui-textos-confusoshttp://beefworld.com.br/noticias/post/ministro-da-agricultura-codigo-florestal-possui-textos-confusos31Thu, 17 May 2012 10:03:56 -0300Movimento Contra o Monopólio dos Frigoríficos reúne produtores rurais e autoridades politicas <p>Com a intenção de encontrar soluções para o futuro da comercialização da carne bovina no Brasil, a Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), reúne nesta segunda-feira (14), às 19h30, no Tatersal Elite 1, no Parque Laucídio Coelho, em Campo Grande, autoridades que fazem parte da Bancada Federal de Agricultura e produtores rurais de São Paulo, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás e de outras partes do País, para o Movimento Nacional Contra o Monopólio dos Frigoríficos, no Estado.</p> <p>De acordo com Chico Maia, presidente da Acrissul, os Senadores Delcidio do Amaral e Waldemir Moka já confirmaram presença, além do Deputado Federal do Pára, Giovanni Queiroz e de todos os Deputados Federais representando Mato Grosso do Sul. “ Não é um movimento contra os dois grandes frigoríficos que já existem no Estado, é uma ação para alertar o produtor sobre a necessidade de outros frigoríficos para atender toda demanda” – ressalta Maia.</p> <p>Durante a reunião, os representantes também vão abordar a queda do preço da arroba do boi, atualmente com R$ 87,00; e porque o preço baixou para o produtor, mas para o consumidor as carnes nas prateleiras dos supermercados continuam com o preço elevado. " Para onde vai todo esse dinheiro que o produtor nem vê?" - questiona o presidente da Acrissul a reportagem do Capital News.</p> <p>Cada produtor terá três minutos para dar seu depoimento durante a reunião, e, autoridades e entidade terão cinco minutos. Em seguida começa as discussões para formular a Carta de Campo Grande, que será encaminhada a comissão de frente da agricultura do Estado, para só então, o Ministério da Agricultura tomar providências.</p> <p>Sobre o Movimento:</p> <p>O movimento tem como objetivo despertar as autoridades estaduais e federais, sobre futuros recursos para ativar frigoríficos desativados em Mato Grosso do Sul e ajudar na projeção de novos frigoríficos, saindo do monopólio. As novas aquisições feitas por grandes grupos, que atacam a concorrência patrocinada por recursos públicos do BNDES, o que já vem causando desequilíbrio no mercado da pecuária, também será pauta no debate.</p> <p>As entidades que participam do movimento, são: Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), União Democrática Ruralista (UDR), Sociedade Rural Brasileira ( SRB), Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Associação Nacional dos Produtores de Bovino de Corte (ANPBC), Associação Fazendeiros do Xingu (ASFAX) e Associação de Proprietários Rurais de Mato Grosso (APR-MT).</p> Fonte: Capital Newshttp://beefworld.com.br/noticias/post/movimento-contra-o-monopolio-dos-frigorificos-reune-produtores-rurais-e-autoridades-politicashttp://beefworld.com.br/noticias/post/movimento-contra-o-monopolio-dos-frigorificos-reune-produtores-rurais-e-autoridades-politicas31Thu, 17 May 2012 10:00:30 -0300Pesquisa traça perfil genético de bactéria do rúmen bovino<p>Os sistemas digestivos de ruminantes – bovinos, caprinos e ovinos – têm bactérias, fungos, vírus e protozoários que ajudam no processo de converter as fibras vegetais em nutrientes. Entender a dinâmica e a diversidade de microrganismos presentes no líquido do rúmen (o primeiro compartimento do estômago dos ruminantes), mais especificamente o rúmen bovino, é o objetivo de uma pesquisa desenvolvida na Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV), Câmpus de Jaboticabal. A pesquisa, intitulada "Diversidade bacteriana em rúmen bovino acessada por analises de sequências do 16S rRNA metagenômico" é desenvolvida por Raphael Barbetta de Jesus, mestrando do Programa de Zootecnia da FCAV. Ele tem orientação do professor Jackson Antônio Marcondes de Souza, do Departamento de Biologia Aplicada à Agropecuária, e co-orientação de Eliana Gertrudes de Macedo Lemos, do Departamento de Tecnologia Em março o pós-graduando conquistou a segunda colocação no prêmio Alltech Young Scientist, edição 2012, etapa América Latina. A iniciativa é promovida pela Alltech, uma empresa de tecnologia aplicada ao setor agrário com sede no estado de Kentucky, nos EUA. Tema pouco explorado Segundo Jesus, o gene 16S rRNA, foco de seu estudo, é uma constante em todas as bactérias, embora em algumas de suas regiões do DNA haja variações. Por essa característica esse gene é utilizado como referência para descobrir a variedade de bactérias do líquido ruminal bovino. Ainda de acordo com Jesus, essa pesquisa ainda é pouco realizada no país. “O estudo do rúmen bovino é frequente em outras regiões do mundo, mas no Brasil, onde as raças são diferentes, ele é pouco desenvolvido.” Ele explica que seu trabalho é o que no ambiente acadêmico se convenciona chamar 'ciência básica' -- uma investigação que não tem uma aplicação imediata, mas busca incrementar o conhecimento existente sobre um determinado assunto. Por essa característica, os resultados desse tipo de pesquisa servem de base para outras, inclusive estudos aplicados, como os que geram novas tecnologias. Para o autor, a diversidade observada entre os micróbios ruminais demonstra um potencial de clones diferentes que podem ser explorados, principalmente quando se considera a importância do metabolismo de algumas bactérias. “Muitos desses microrganismos constituem-se em candidatos promissores para futuras explorações biotecnológicas”, destaca Jesus.</p> Fonte: Portal Universidadehttp://beefworld.com.br/noticias/post/pesquisa-traca-perfil-genetico-de-bacteria-do-rumen-bovinohttp://beefworld.com.br/noticias/post/pesquisa-traca-perfil-genetico-de-bacteria-do-rumen-bovino31Thu, 17 May 2012 09:49:44 -0300Associação Brasileira de Angus e Embrapa Pecuária Sul divulgam ganhadores do teste de avaliação de touros a campo<p>Foram nove meses de parceria com a Embrapa Pecuária Sul (Bagé – RS), até a Associação Brasileira de Angus premiar os ganhadores do II Teste de Avaliação a Campo de Touros Angus. Ao todo 19 exemplares inscritos e avaliados nas características de desempenho e performance, área de olho de lombo, espessura de gordura subcutânea e marmoreio, além de características fenótipicas como conformação frigorífica, precocidade de terminação e musculosidade.</p> <p>Segundo Paulo de Castro Marques, presidente da associação, unir mais uma vez o ‘know-how’ da Embrapa com a seleção genética Angus promovida pela associação é muito importante e com certeza agrega qualidade as ações realizadas com a raça. “Além da qualidade que as fazendas levaram este ano, do controle rigoroso da Embrapa sobre os dados avaliados, a principal importância deste teste é a divulgação da raça pelos centros de pesquisa do Brasil e a comprovação de sua adaptabilidade com eficiência de produção”.</p> <p>O grande campeão da prova de avaliação da Embrapa, classificado em primeiro lugar na categoria Elite, foi o touro com tatuagem J79, de propriedade da Agropecuária Ponderosa Ltda, Fazenda do Salso (Bagé - RS), filho de BT Right Time 24J e Azul 6697 G3 140 Stamina. “Ganhar está prova indica que nosso sistema de produção, aliado as premissas do mercado, nos mostra que estamos no caminho certo da seleção genética. O prêmio condiz com o programa de melhoramento da empresa”, disse Felipe Moura, diretor técnico da Ponderosa Angus Ranch e Scalzilli Agropastoril, lembrando que o animal iniciou a prova com 234 kg, finalizando o teste com 524 kg, alcançando um ganho de peso de aproximadamente 125% neste período se destacando através de seus dados de carcaça e precocidade.</p> <p>Já o segundo colocado na categoria Elite, foi o touro da Cabanha dos Tapes (Tapes – RS), de João Francisco Bade Wolf, com tatuagem 1932, filho de Leachman Heavenly 8141 e 1294 dos Tapes que apresentou desempenho satisfatório na avaliação da Área de Olho de Lombo (AOL) alem dos seus dados de ganho de peso.</p> <p>E na terceira colocação da categoria Elite ficou o exemplar de Clóvis Teixeira Gonçalves da Silva, da Cabanha Santa Nélia (Jaguarão – RS), de tatuagem 2897, filho de Santa Joana 714 e Santa Nélia 2504, que obteve um dos melhores dados de ganho médio diário de peso da prova.</p> <p>O teste, que contou com apoio do Núcleo Bageense de Criadores de Angus, foi coordenado pelos pesquisadores da Embrapa, Fernando Cardoso e Joal Brazzale Leal. Durante o dia de campo, oferecido pela entidade para a apresentação dos resultados do teste, o professor do departamento de Zootecnia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordenador do Núcleo de Estudos de Produção de Bovinos de Corte e Cadeia Produtiva (Nespro), Dr. Júlio Barcellos, ministrou palestra sobre “Produção Intensiva de Carne Bovina com uso de Irrigação”.</p> <p>O pesquisador Marcos Yokoo explicou que os objetivos da desta prova era de identificar animais superiores para produção em sistemas de pastagem, por meio da comparação, dentro de um mesmo ambiente de criação, entre reprodutores desta raça de diferentes regiões do Sul do Brasil. “Com isto, procura-se incentivar criadores e promover os criatórios do Sul do Brasil, além de incentivar ainda mais a criação da raça Angus no Brasil”. Em seguida, o pesquisador proferiu a palestra "Melhoramento de carcaça bovina por meio do ultrassom", e explicou as vantagens da ferramenta, como sendo uma forma rápida de coleta de dados, não invasiva e sem deixar resíduos nocivos na carne dos animais avaliados. “O ultrassom é uma maneira de avaliar a qualidade da carcaça, e ajuda a melhorar as características organolépticas da carne, sem a necessidade de abate dos animais”.</p> <p>Para encerrar a tarde de campo o público presente, composto por estudantes e criadores, foi convidado a visitar os animais participantes do teste, onde técnicos da Angus e os pesquisadores da Embrapa apresentaram os resultados obtidos na prova.</p> <p>Os animais Angus que participaram da prova são de 13 propriedades de oito municípios do Rio Grande do Sul. Da cidade de Santa Vitória do Palmar as Cabanhas Santa Joana e Santa Amélia, Agropecuária Albardão e Estância Tradição. De Dom Pedrito Cabanha Acácia e Fazenda da Barragem. Do município de Bagé, Fazenda do Baú e do Salso. E, finalizando, a Agropecuária Proteção (Rio Grande), Estância Santa Eulália (Pelotas), Cabanha Santa Nélia (Jaguarão), Cabanha dos Tapes (Tapes) e Fazenda Reconquista (Alegrete). O teste conta com a parceria de CRI e Acatak e apoio da Speedrite e Tortuga.</p> Fonte: Assessoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/associacao-brasileira-de-angus-e-embrapa-pecuaria-sul-divulgam-ganhadores-do-teste-de-avaliacao-de-touros-a-campohttp://beefworld.com.br/noticias/post/associacao-brasileira-de-angus-e-embrapa-pecuaria-sul-divulgam-ganhadores-do-teste-de-avaliacao-de-touros-a-campo31Thu, 17 May 2012 09:45:34 -0300Produtores querem limites nos royalties para transgênicos<p>Em debate na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) nessa quinta-feira (10), representantes dos produtores de soja e de sementes defenderam regras mais claras para cobrança de royalties para biotecnologias, em especial para sementes transgênicas. Segundo explicou Glauber Silveira da Silva, presidente da Associação dos Produtores de Soja, os royalties são cobrados na compra da semente geneticamente modificada e também na entrega da colheita, havendo confisco de parte da produção.</p> <p>– As empresas auditam e fiscalizam a cobrança de royalties – protestou ele, ao defender a uniformização do processo de remuneração aos detentores de patentes de sementes.</p> <p>O presidente da Associação dos Produtores de Sementes de Mato Grosso, Pierre Narie Jean Patriat, apontou o domínio que as empresas que controlam os transgênicos exercem sobre os produtores. As empresas, explicou ele, licenciam a produção de variedades de interesse do setor produtivo, mas apenas as opções disponibilizadas pelas corporações.</p> <p>Em 2005, apenas um quarto da soja produzida no Brasil era transgênica. A situação hoje se inverteu e 82% da soja brasileira já são geneticamente modificados. No milho, o transgênico já chega a 67% da produção e no algodão, a 32% do total. No conjunto, o Brasil é o segundo no uso de sementes geneticamente modificadas, no mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.</p> <p>Escolha limitada</p> <p>Glauber da Silva e Pierre Patriat discordaram da alegação de Ivo Carraro, diretor da Associação Brasileira de Sementes e Mudas, de que há liberdade de mercado, tendo o produtor amplo direito de escolha, o que também foi rebatido pelo senador Blairo Maggi (PR-MT).</p> <p>– O mercado não é tão livre assim – disse o parlamentar, que defende o pagamento de royalties, mas de forma justa. Ele defendeu a revalidação das patentes, para avaliar se a tecnologia oferecida continua viável, justificando a remuneração de seus detentores.</p> <p>Fundo</p> <p>Para desonerar os produtores, Irineu Orth, presidente da Associação dos Produtores de Soja do Rio Grande do Sul, sugeriu a criação de fundos que remunerem detentores de patentes, pesquisadores e produtores de sementes. Seria um fundo para cada uma das commodities, abastecido por 0,5% do valor obtido na comercialização e administrado por representantes do governo federal e de entidades nacionais representativas de cada cultura.</p> <p>A medida teria o objetivo de evitar conflitos judiciais como o relatado no início do debate pelo presidente da CRA, Acir Gurgacz (PDT-RO), entre a empresa Monsanto e produtores do Rio Grande do Sul, quando a Justiça Federal considerou abusiva a cobrança da taxa tecnológica sobre a comercialização da soja transgênica.</p> <p>Pesquisa e segurança alimentar</p> <p>Os participantes da audiência pública foram unânimes na defesa da pesquisa nacional em biotecnologia, como condição para o país competir com as multinacionais. Na opinião de Blairo Maggi, o governo deve reforçar o orçamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), responsável pelo conhecimento necessário ao avanço do agronegócio brasileiro. Kátia Abreu (PSD-TO) concordou com o colega.</p> <p>– Um país que não tenha seu próprio patrimônio intelectual, que não tenha uma corporação forte em pesquisa, de acordo com seus climas, com suas terras, é um país que tende a ir para o atraso – frisou a parlamentar, sendo apoiada por Casildo Maldaner (PMDB-SC).</p> <p>O representante da Embrapa, Felipe Teixeira, reconheceu a importância das investigações em biotecnologias, mas ressaltou a necessidade de se manter também a pesquisa sobre variedades convencionais. Ao concordar, Blairo Maggi disse que o país deve conservar um banco de germoplasma, necessário à segurança alimentar. O senador alertou para o fato de as multinacionais exigirem que o produtor de sementes deixe de produzir variedades convencionais como condição para o licenciamento da produção de sementes modificadas.</p> <p>– Aí é que mora o perigo, da força que tem essa tecnologia de impedir que os sementeiros possam reproduzir as sementes convencionais. Isso é um monopólio, um crime contra o país, que precisa ser denunciado – disse Blairo Maggi.</p> <p>Sobre esse assunto, o diretor executivo da Associação Brasileira de Produtos de Grãos não Geneticamente Modificados, César Borges Sousa, lembrou que os produtores já enfrentaram a falta de oferta de sementes não transgênicas e hoje se destacam no mercado mundial.</p> <p>– O Brasil é líder mundial de soja convencional. 50% do farelo de soja exportado pelo Brasil são provenientes de soja não transgênica.</p> <p>Em resposta a Ana Amélia (PP-RS), Souza informou que o custo de produção e a produtividade da soja transgênica e da convencional estão muito próximos.</p> Fonte: Agência Senadohttp://beefworld.com.br/noticias/post/produtores-querem-limites-nos-royalties-para-transgenicos-2http://beefworld.com.br/noticias/post/produtores-querem-limites-nos-royalties-para-transgenicos-231Wed, 16 May 2012 16:23:53 -0300Tortuga dá o Drible da Vaca e lança nova campanha institucional com o tema futebol <p>Ações contemplam veiculação nacional em TV, mídia impressa, rádio e web</p> <p>São Paulo, maio de 2012 – A Tortuga (http://www.tortuga.com.br/) empresa pioneira em nutrição e saúde animal, acaba de apresentar sua nova campanha institucional, com o objetivo de posicionar a imagem da marca junto aos pecuaristas e ao público interno com uma abordagem mais emocional e divertida.</p> <p>Criada pela Agência 1, a campanha, que tem como tema central o Futebol, adota uma linguagem criativa que promete surpreender o segmento de pecuária que, frequentemente, adota discursos mais racionais.</p> <p>“A Tortuga está há 58 anos no mercado com uma história de pioneirismos e inovações tecnológicas. E estes aspectos já estão bastante arraigados à imagem da empresa. Nesse cenário e, devido a uma menor presença na mídia nos últimos dois anos, na campanha deste ano optamos por uma estratégia menos racional e técnica de comunicação, buscando fomentar a relação emocional do consumidor com a marca através do tema Futebol e ressaltar os benefícios que eles obtêm com nossos produtos”, assinala João Hilário da Silva Jr., gerente de comunicação de marketing da Tortuga.</p> <p>“A campanha tem como imagem central a pata da vaca sobre a bola de futebol. Posição de craque, que conhece e domina o jogo. Só a Tortuga tem propriedade e história que permitem uma abordagem como essa”, acrescenta João Hilário.</p> <p>O tema - O tema central da campanha, o Futebol, é traduzido pelo conceito criativo “O drible da vaca é Tortuga” e se apropria de uma paixão nacional, cujo interesse tende a crescer ainda mais com a aproximação da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, a serem realizadas, no Brasil, nos próximos anos.</p> <p>“A campanha é memorável e fala de maneira bem humorada com um público, predominantemente, masculino. Além de possibilitar desdobramentos criativos para todas as mídias”, complementa Hélio Silva, diretor de criação da Agência 1.</p> <p>O lançamento - Para o lançamento, a campanha será composta por comercial de televisão, spots para rádio, anúncios para mídia impressa, ações para web e em eventos.</p> <p>O comercial sugere uma partida de futebol cujos jogadores são animais reais que representam os segmentos atendidos pela empresa: boi, vaca, cavalo, suínos, ovinos e aves. Com locução típica de narradores esportivos e clima de decisão de campeonato, o filme chega ao clímax com o drible da vaca. Os três spots de rádio seguem a mesma temática e o clima de narração de jogo de futebol fica ainda mais forte. A mídia impressa contempla sete diferentes anúncios que variam entre páginas duplas e simples e abordam todos os segmentos animais: cavalos, gado leiteiro, gado de corte, suínos, ovinos e aves.</p> <p>Todas as peças da campanha poderão ser visualizadas no hotsite: www.tortuga.com.br/odribledavaca</p> Fonte: Assessoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/tortuga-da-o-drible-da-vaca-e-lanca-nova-campanha-institucional-com-o-tema-futebolhttp://beefworld.com.br/noticias/post/tortuga-da-o-drible-da-vaca-e-lanca-nova-campanha-institucional-com-o-tema-futebol31Wed, 16 May 2012 16:22:32 -0300JBS encerra primeiro trimestre com lucro líquido ajustado de R$ 240 milhõeshttp://beefworld.com.br/noticias/post/jbs-encerra-primeiro-trimestre-com-lucro-liquido-ajustado-de-r-240-milhoeshttp://beefworld.com.br/noticias/post/jbs-encerra-primeiro-trimestre-com-lucro-liquido-ajustado-de-r-240-milhoes31Wed, 16 May 2012 15:49:57 -0300Vacinação preventiva auxilia na redução dos prejuízos causados pela mastite ambiental por coliformes<p><em>Doença caracterizada pela inflamação da glândula mamária que pode evoluir para um quadro toxêmico agudo e posterior morte do animal, a mastite ambiental se tornou uma causa significativa de prejuízos ao produtor de leite.</em></p> <p>Diferente das mastites contagiosas, causadas principalmente por duas bactérias, o Staphylococcus aureus e o Streptococcus agalactiae, bem mais comuns nos rebanhos leiteiros e que podem ser controladas com antibióticos e medidas de manejo e higiene; a mastite contraída a partir do ambiente de criação é considerada um mal de difícil controle, pois apresenta formas múltiplas de contaminação, seja pelo esterco, urina, barro e cama do animal, além de elevada agressividade dos agentes infecciosos, como as bactérias coliformes.</p> <p>José Carlos Morgado, gerente técnico Merial, destaca que os rebanhos identificados com mastite ambiental por coliformes possuem normalmente boas condições de manejo e baixa contagem de células somáticas (CCS), demonstrando bons níveis de controle da mastite contagiosa. Nestas explorações, podem ser isoladas bactérias coliformes em 35% dos diagnósticos de mastite clínica quando ocorre inchaço, edema, dor no úbere e alterações no aspecto do leite. “Em casos mais graves, o risco de mortalidade pela liberação de toxinas das bactérias coliformes na corrente sanguínea (endotoxemia) aumenta sensivelmente”, conclui.</p> <p>Segundo Morgado, a vacinação preventiva das vacas e novilhas ainda é o meio mais eficaz de reduzir os prejuízos causados pela mastite ambiental por coliformes que, além de gerar perdas de volume e qualidade do leite, acarreta custos adicionais com tratamentos medicamentosos, sequelas permanentes capazes de inutilizar os quartos mamários afetados e descarte de animais. Outros pontos na prevenção da doença incluem a máxima higiene possível no local de manutenção das vacas entre as ordenhas, cuidados com a lavagem e sanitização das ordenhadeiras, nutrição adequada e equilibrada, além da redução das condições de estresse ao animais (calor, por exemplo).</p> <p>O programa de vacinação oferecido pela Merial para o controle da mastite ambiental é feito a partir da vacina J-VAC®.O protocolo de vacinação inclui sempre duas doses de vacina. A primeira administração deve ocorrer no momento da secagem e a aplicação da dose de reforço de 1 até 3 semanas antes do parto. Já nas novilhas, a aplicação da primeira dose acontece durante o 7º mês de gestação (60 dias antes do parto) e o reforço também de 1 até 3 semanas antes do parto.</p> <p>Sobre J-VAC®</p> <p>J-VAC® foi desenvolvida nos Estados Unidos a partir da cepa J5 da bactéria Escherichia coli. Seu grande diferencial é o adjuvante Tandem®, que estimula o aumento da resposta imune, protegendo o animal por muito mais tempo. A vacina possui tecnologia capaz de proteger os rebanhos contra a mastite ambiental por coliformes sem afetar a produção de leite, a contagem de células somáticas ou a temperatura dos animais vacinados. J-VAC® pode ser aplicada nos rebanhos em qualquer fase da lactação ou gestação, facilitando o manejo do produtor.</p> <p>Sobre a Merial</p> <p>Merial é uma empresa líder mundial em saúde animal voltada para a inovação, fornecendo uma gama completa de produtos para melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de várias espécies de animais. Merial emprega aproximadamente 5.600 pessoas e opera em mais de 150 países ao redor do mundo. Seu faturamento em 2010 ultrapassou US$ 2,6 bilhões. Merial é uma empresa Sanofi. Para mais informações, consulte www.merial.com.br</p> Fonte: Assessoriahttp://beefworld.com.br/noticias/post/vacinacao-preventiva-auxilia-na-reducao-dos-prejuizos-causados-pela-mastite-ambiental-por-coliformeshttp://beefworld.com.br/noticias/post/vacinacao-preventiva-auxilia-na-reducao-dos-prejuizos-causados-pela-mastite-ambiental-por-coliformes