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Tour DSM comprovou 3,4% de retorno ao mês no confinamento 2017

Atividade teve excelente resultado apesar do ano crítico e vai confinar 4,2 milhões de cabeças...

Quinta-feira, 7 de Dezembro de 2017 às 11h48

Tour DSM comprovou 3,4% de retorno ao mês no confinamento 2017
Tour DSM comprovou 3,4% de retorno ao mês no confinamento 2017
Tour DSM comprovou 3,4% de retorno ao mês no confinamento 2017
Tour DSM comprovou 3,4% de retorno ao mês no confinamento 2017
Tour DSM comprovou 3,4% de retorno ao mês no confinamento 2017
Tour DSM comprovou 3,4% de retorno ao mês no confinamento 2017

A Tortuga | DSM divulgou na última terça-feira, em São Paulo, os dados mais significativos da terceira edição do Tour de Confinamento, que neste ano passou por dez fazendas nos estados de São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Pará, Bahia, Sergipe e Paraná. E no cálculo realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Universidade de São Paulo, a média de retorno financeiro foi de 3,4% ao mês. “Esse retorno é excelente do ponto de vista econômico e foi obtido com diferentes tipos de dietas, animais e estruturas, comprovando que o investimento em tecnologia é fundamental para atividade. Em todas as propriedades, as contas fecharam no azul”, explicou Marcos Baruselli, gerente de categoria Confinamento da Tortuga | DSM. “Todos os confinamentos deram bons lucros. Está certo que o preço baixo do milho ajudou, mas eles alcançaram um ótimo patamar apesar da oscilação no preço da arroba”, analisou Thiago Bernardino, do Cepea – USP.

O Brasil vai confinar neste ano um total de 4,2 milhões de bovinos, conforme cruzamento de estatísticas do Serviço de Informação de Mercado (SIM), da DSM, e de outros órgãos e instituições de pesquisa do mercado. É um volume 16,6% superior aos 3,6 milhões de bovinos confinados ano passado e que deve chegar a 5 milhões em 2020. Deste número, a Tortuga | DSM aponta que seus produtos são consumidos por um em cada três animais, o que representa um rebanho de 1,4 milhão de bovinos, de 4 mil confinadores espalhados por todas as regiões. Dos produtos com as tecnologias com CRINA® e RumiStar™, lançados há dois anos, a empresa também comemora o fornecimento para 350 mil animais (8,5% do rebanho total terminado em confinamento), de 850 produtores. Em 2015, quando foram lançados, os suplementos com as novas tecnologias foram fornecidos para 100 mil animais, de 100 produtores e, em 2016, chegou a 150 mil animais, de 300 produtores. “O pecuarista que usou Crina e Rumistar conferiu os dados e os resultados financeiros na prática”, ratificou Juliano Sabela, Diretor de Marketing da Tortuga – DSM.

Para quem apostou na atividade mesmo no primeiro semestre, os ganhos de produtividade (Ganho de Peso Diário e rendimento de carcaça) supriram cotações menores e deram retorno ao produtor, ajudados pelos menores custos de produção, entre eles, a reposição e a nutrição que, em média, representaram 73% e 23%, respectivamente. Os 4% restantes consideram outros custos. Foram observados também vários ganhos zootécnicos, como ganho de peso elevado e outros benefícios que se estendem por toda a cadeia, desde a saúde dos animais até a melhora da qualidade da carne. A média de ganho de peso foi 1.530 g/dia e os animais engordaram, em média, 6,37@ em 86 dias.

Com este resultado zootécnico, os produtores ganham o equivalente a um animal a mais a cada 18 bovinos confinados. “Mas os benefícios da aplicação destas tecnologias na dieta dos ruminantes vão além do ganho de peso. Há melhor eficiência alimentar; redução das taxas de problemas gastrointestinais, rápida adaptação dos animais; menor taxa de refugo de cocho; aumento do consumo de ração desde os primeiros dias de confinamento; eficiência na digestão; e menor incidência de animais com laminites e acidose. “Foi um ano bem atípico, dificílimo para o pecuarista. E por fatores exógenos ao setor. O Brasil abate 120 mil bois por dia e de uma hora para outra a empresa que matava 40 mil parou de comprar. Em maio, momento chave da decisão de trancar ou não. E o bom resultado do confinamento é prova de que o produtor está se tornando cada vez mais profissional. No meio da tempestade, tomou a decisão de produzir, investir e agregar valor. Num ano de pleno risco. E em 2018 não vai ser diferente”, sintetizou Sérgio De Zen, diretor do Cepea.

Fonte: Revista Beef

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